Militante e ativista dos direitos humanos ligado à Arquidiocese de Salvador e à Pastoral da Juventude do Brasil, o parlamentar assumiu funções na Pastoral do Meio Popular e a coordenação do Núcleo de Organização Popular. Eleito para o seu quarto mandato, Yulo mantém filiação original desde que ingressou na política, sendo militante histórico do PT baiano. Na AL destacou-se ao assumir a vice-presidência da Comissão Especial de Combate à Fome e da Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Casa, e a presidência da Comissão de Direitos Humanos, onde demonstrou toda a sua preocupação com as disparidades sociais, ainda encontradas na Bahia. Sobre o tema, publicou um artigo intitulado: Direito Humanos: direitos garantidos a poucos humanos. Ele ainda aborda na Assembleia as questões indígenas e a luta pela terra dos índios pataxós hã-hã-hãe na Bahia e de outros povos indígenas.
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