O aniversário de 77 anos de emancipação política do município de Euclides da Cunha, que será comemorado no dia 19 de setembro, foi saudado na Assembleia Legislativa através de moção de congratulações apresentada pelo deputado estadual José Nunes (DEM). O município encontra-se no chamado "Polígono da Seca", limitando-se com os municípios de Canudos, Antas, Uauá, Monte Santo, Quijingue e Cícero Dantas.
O deputado democrata lembrou que o município é hoje administrado pela prefeita Fátima Nunes e ressaltou o dinamismo da Câmara Municipal, "que tem desempenhado um relevante serviço institucional em favor da sociedade". Com uma população de 52 mil habitantes, aproximadamente, a economia de Euclides da Cunha está baseada na agricultura, com ênfase na produção de feijão, milho, mandioca, mamona, além de sisal. Já a pecuária conta com rebanhos bovinos, caprinos, ovinos, suínos e muares.
Os primitivos habitantes do município foram os índios caimbés da tribo Tupiniquins, que se instalaram inicialmente no aldeamento de Massacará, transferindo-se posteriormente para outro sítio, que tomou mais tarde a denominação de "Fazenda Caimbés". Dedicavam-se à cultura de cereais e de cana-de-açúcar. Existe ainda hoje, no distrito de Massacará, um número considerável de seus descendentes, que mantêm os hábitos e costumes dos seus ancestrais.
A denominação Euclides da Cunha é uma homenagem ao historiador, autor do livro Os Sertões.
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