A passagem do 52o aniversário de emancipação político-administrativa do município de Gandu, em 28 de julho passado, recebeu moção de congratulações do deputado Álvaro Gomes (PCdoB), que destacou a gestão "efetivamente popular da prefeita Irismá Santos da Silva Souza, voltada para a melhoria da qualidade de vida de sua gente."
Gandu originou-se da Fazenda Corujão, adquirida em 1912 por José Amado Costa, que procurava solo fértil para a cultura do cacau. O primeiro visitante de suas matas, o coronel Barachísio Lisboa, reivindicou as terras para o então município de Santarém, hoje denominado Ituberá.
Em 6 de maio de 1903, o governo da Bahia reconheceu as terras como pertencentes a Santarém e então a cidade nascia sob a sombra de um pequizeiro, local onde hoje se encontra a Praça São José. Corujão, em 1919, já era um arraial, com 37 palhoças e 15 casas de taipa. Mais tarde, o arraial ganhou o nome do Rio Gandu. O rio, que já foi infestado de jacarés e gandus, tem sua nascente na Serra da Pedra Chata e banha o município. Um ano depois, foi instalado o distrito de Gandu, pertencendo a Ituberá.
Através da Lei no 1.008, de 28 de julho de 1958, foi criado o município de Gandu, desmembrado de Ituberá e então constituído dos distritos de Gandu (sede), Nova Ibiá e Itamari. Os dois últimos emanciparam-se em seguida e tornaram-se municípios.
Distante 295 quilômetros de Salvador, atualmente Gandu é governado, pela primeira vez em sua história, por uma mulher, que mudou o conceito de gestão até então existente no município. "Em suas políticas públicas, o município prioriza a busca do trabalho, da justiça social e da paz", diz o deputado.
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