Com a economia girando "em torno de áreas distintas, como o comércio de cerâmica, cofres, algodão, materiais de construção, agricultura, criação de bovinos, caprinos e suínos, além de produtos derivados da cana-de-açúcar", como ressalta o site oficial do município, Caculé acaba de comemorar 91 anos de emancipação política e recebeu moção de congratulações do deputado Jurandy Oliveira (PRP). Localizado a 782 quilômetros de Salvador, possui população estimada em 31,9 mil habitantes, "destacando-se esta moção como a mais justa homenagem ao município, significando um gesto de grande regozijo para a população desta cidade", diz o deputado.
A história da cidade começa em 1854, quando o escravo Manoel Caculé, fugindo da escravidão, se encantou com a beleza das águas, da terra e do verde às margens de uma lagoa da região. Em nome da liberdade, ele plantou, colheu e comercializou, e isso lhe permitiu a compra do direito de ser livre, junto à sua proprietária e fazendeira Rosa Prates, que também fixou residência no lugar. Após alguns anos, ela doou parte das suas terras ao Sagrado Coração de Jesus, que se tornou o padroeiro do município.
Por conta do escravo fujão, surgiu a origem do nome da cidade e da lagoa Manoel Caculé. Emancipado em agosto de 1919, o município possui área de 686 quilômetros quadrados e é banhado pelos rios do Antônio, Paiol e Faca, limitando-se ao norte com Caetité e Ibiassucê; ao sul, com Condeúba e Jacaraci; a leste com Rio do Antônio e Guajeru e a oeste, com Licínio de Almeida e Pindaí.
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