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José Nunes parabeniza Morro do Chapéu

Publicado em: 10/08/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

No documento protocolado no Legislativo, parlamentar democrata destacou riquezas do município
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Conhecida como a “Suíça Sertaneja”, devido ao seu clima frio que no inverno registra temperaturas de até 10 graus, Morro do Chapéu chegou a ocupar a segunda posição na Bahia em produção cafeeira. Atualmente, a lavoura cafeeira divide as atenções no município, que acaba de completar 101 anos de emancipação política, com o plantio de legumes, hortaliças, frutas européias como o morango, jardinagem e criação de gado leiteiro.
“Mas as riquezas naturais de Morro do Chapéu oferecem outras variedades. Exemplo é a diversidade de flores da região, que são, inclusive, exportadas para outras localidades como a capital do Estado”, explicou o deputado José Nunes (DEM), em moção de congratulações à população do município, localizado a 388 km de Salvador. A moção foi apresentada na Assembleia Legislativa.
No documento, Nunes conta que copos-de-leite, orquídeas, palmas-de-santa-rita, margaridas, gérberas e rosas são encontradas nos jardins e casas de toda a cidade,  incrustado no coração da Chapada Diamantina (parte setentrional) e a 1.200 m de altitude.
De acordo com o deputado, Morro do Chapéu sempre despertou o interesse de visitantes ilustres, a exemplo do Padre Camilo Torrend, o naturalista Augusto Ruschi (que encontrou os raros colibris dourados), Reinaldo Ferreira de Brito, Michel Dernelie, Philipe Beraut, entre tantos outros, que foram unânimes em ressaltar a beleza do lugar.
“E foram mais além quando clamaram aos poderes públicos que fizessem justiça, preservando e destinando a devida atenção à aquele sítio ecológico rico em exemplares raros esculpidos pela própria natureza”, observou o autor da moção. 
Segundo José Nunes, a origem do nome da cidade tem duas versões: a primeira delas deriva de um monte em forma de chapéu (o conhecido “Morrão” que fica a 8 km da cidade) e que é o ponto mais alto do município, com 1.293 m de altura. A segunda é atribuída aos índios payayas, primeiros habitantes da região, que cortavam e amarravam os cabelos em forma de um chapéu.



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