O marco inicial de Conceição do Coité é a fazenda do Coité, fundada por viajantes que conduziam suas boiadas pelo sertão e faziam pousadas nas regiões favoráveis à pastagem de gado. Essa história é relatada pelo deputado Emério Resedá (PDT), no documento em que ele apresenta suas congratulações pelo 77o aniversário de emancipação política do município, a ser comemorado no dia 7 de julho.
De acordo com o deputado, em 1855, foi criada a Freguesia de Conceição do Coité, que pertencia a Feira de Santana. No ano de 1878, criou-se a Vila de Conceição do Coité e, logo em seguida, dia 18 de dezembro de 1890, o município de Conceição do Coité foi desmembrado de Riachão do Jacuípe.
Em 1931, os municípios menores foram anexados ao vizinho de maior renda. Por isso, no dia 23 de junho, o município de Conceição do Coité foi extinto, e restaurado depois através do Decreto no 8.528, em 7 de julho de 1933, recuperando sua autonomia.
Emério Resedá destacou, na moção de congratulações protocolada na Secretaria Geral da Mesa, como principais atividades econômicas de Conceição do Coité o cultivo do sisal (principal exportador da região), mandioca, feijão e milho. "A rodovia do sisal, inteiramente asfaltada, facilita o transporte para todos os grandes centros do país", explicou ele.
Segundo o parlamentar, a industrialização também é desenvolvida no município, sobretudo a de beneficiamento das fibras de sisal para fabricação de cordas, tapetes. "Há também fábricas de sandálias, água sanitária, velas, bebidas, confecções e torrefações de café."
Resedá diz que, com esta industrialização, o comércio vem crescendo de forma a atender a circunvizinhança. "O comércio coiteense hoje é o maior responsável pela sustentabilidade de sua gente, de uma forma que vem acelerando o crescimento do município, atraindo novos investidores e empreendedores que acreditam no seu potencial e acabam ali se instalando", concluiu ele.
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