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AL e Câmara Bahiana do Livro lançam livro de G. Amarante

Publicado em: 22/06/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

Amigos e fãs do escritor prestigiaram o lançamento de Deus e o Diabo Branco na Chapada Velha
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A Assembleia Legislativa e a Câmara Bahiana do Livro lançaram, no último dia 17, o livro Deus e o Diabo Branco na Chapada Velha, do escritor Gilberto Amarante de Figueiredo, em ato que contou com a presença de aproximadamente 150 pessoas. Trata-se do terceiro livro que a Casa produz através de convênio firmado com a Câmara Bahiana do Livro, entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo incrementar o universo editorial da Bahia.
O lançamento aconteceu na Fundação João Fernandes da Cunha, no Campo Grande, às 19h, e reuniu acadêmicos, professores, amigos, familiares do autor, além de integrantes da Câmara Bahiana do Livro. O horário coincidiu com outro evento de cunho cultural realizado pela Assembleia no bairro de São Gonçalo do Retiro – no Ilê Axé Opô Afonjá, onde a ialorixá Mãe Stella autografou sua obra Meu Tempo é Agora – impedindo a presença do presidente Marcelo Nilo que, representado, parabenizou Gilberto Amarante "pela bela história ambientada na bela região da Bahia, que é a Chapada Diamantina".

FOMENTO

Marcelo considera um privilégio advindo do exercício do cargo de presidente do Legislativo o fomento à cultura, exercício em que tem se aplicado para não só aproximar ainda mais a Casa que preside da população baiana, mas igualmente para preservar a nossa história, cultura e tradições e ainda apoiar o surgimento de novos escritores. Ele lembra que só no triênio de sua gestão à frente da Assembleia (foi reeleito para outro biênio em fevereiro do ano passado), apoiado pelos companheiros de Mesa Diretora, através de convênios ou de selos próprios, a Casa lançou 42 livros.
O assessor para Assuntos de Cultura do Legislativo, professor Délio Pinheiro, manifestou o seu "entusiasmo com o resultado do convênio que une a Assembleia à Câmara Baiana do Livro, que resulta na oportunidade de publicação de obras inéditas, em alguns casos (não o de Gilberto Amarante, que já tinha outros livros editados) de autores que nunca obtiveram espaço no concorrido mercado das editoras comerciais". Para Délio, a aproximação do Poder Legislativo com os autores novos e entidades da sociedade civil, como a Universidade Federal da Bahia, Academia de Letras da Bahia, Museu Eugênio Teixeira Leal e a Associação Comercial da Bahia "robustece e fortalece a musculatura do programa editorial da Casa de leis".
O autor Gilberto Amarante agradeceu o apoio recebido para esse "filho caçula" e prometeu continuar a escrever obras de ficção. Quanto a Deus e o Diabo Branco na Chapada Diamantina, disse que se trata de uma história de um "cabra catingueiro chamado Virgulino Sussuarana (o focinho de uma onça sussuarana ilustra a capa do volume), conhecido como o Diabo Branco da Chapada Velha". Ele vivia ali, mas sem a ajuda da natureza deslocou-se para Andaraí, onde descobre uma gruta de diamantes e fica milionário. Em seguida é roubado, mas se reorganiza para refazer a vida com a ajuda da religião Católica, redimindo-se do afastamento da fé, ao distribuir doravante parte dos ganhos com os pobres.



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