Afirmar que os portadores de deficiência têm dificuldades de se locomover, tanto por conta própria, como por transporte coletivo, chega a ser uma obviedade. Portanto, nada mais justo que a Assembleia Legislativa reconheça esta questão e promova tanto a acessibilidade quanto a educação dos deficientes, sobretudo dos mais jovens.
A avaliação é do deputado Paulo Azi (DEM), que apresentou na AL projeto de lei para assegurar à pessoa com deficiência física, mental ou sensorial prioridade de vaga em escola pública localizada mais próxima a sua residência.
Para o deputado, além de ser viável, o projeto vai beneficiar muito os portadores de deficiência. Isso porque ele vai conciliar "a educação com a promoção de medidas que objetivam minimizar os efeitos das limitações que atingem os deficientes em nossa sociedade".
De acordo com a proposição, quando houver dois ou mais estabelecimentos de ensino considerados próximos, poderá o deficiente optar por qualquer uma das instituições.
O projeto considera ainda deficiências todas aquelas classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que necessitam de assistência especial, decorrente de problemas visuais, auditivos, mentais, motores ou de má formação congênita.
"As deficiências dos estudantes beneficiados em questão serão comprovadas através de laudo médico fornecido por instituições médico-hospitalares públicas e competentes para prestar tal comprovação", concluiu Paulo Azi.
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