"Com muita fé e alegria"! É assim que Jequié comemora o 13 de junho, dia de Santo Antônio e padroeiro desta cidade da região Sudoeste da Bahia, que reverencia um dos mais populares santos católicos também "com trezenas, procissões e outras manifestações de cunho religioso". Os louvores começam no dia 1o de junho, com alvorada, carreatas e celebrações na paróquia, que "aglomeram centenas de fiéis para adorar, pedir e agradecer as graças alcançadas."
Orgulhoso da "Cidade Sol", o líder peemedebista Leur Lomanto Júnior apresentou moção de congratulações a Jequié pelo dia do santo conhecido como casamenteiro, milagroso e das coisas e causas perdidas, que abençoa o município há mais de um século. "As expressões de fervor a Santo Antônio chegaram há muito em Jequié", informa o parlamentar, adiantando que o culto foi iniciado pelos portugueses. O catolicismo é fortalecido na cidade, entretanto, "com a presença dos italianos, no final do século XIX. A preferência por Santo Antônio como padroeiro do município foi um consenso entre esses dois povos que marcaram a religião católica na cidade."
Na moção, o parlamentar conta que a igreja matriz de Jequié sempre foi o centro das manifestações religiosas da cidade. Construída no final do século XIX, a Igreja de Santo Antônio foi destruída após uma terrível enchente do rio de Contas, em 1914. "Mas um novo templo em estilo neogótico foi erguido, no final da década de 1930, sendo considerado um dos mais bonitos do interior baiano". Ao final da moção, Lomanto conta a história de "sacrifício de um homem jovem que viveu em nome da fé cristã...e teve uma trajetória marcada pela determinação, em meio às barreiras que o impediam de realizar grandes feitos de evangelização. Santo Antônio, cujo nome de registro é Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo, nasceu em Lisboa, em 1195."
REDES SOCIAIS