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Emério Resedá defende proibição da fabricação e venda de canudos

Publicado em: 17/05/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

Pedetista apresentou projeto de lei na AL
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"Por mais cuidado que se tenha, não se tem como evitar o contato, e é exatamente as nossas mãos que têm a maior facilidade de absorver impurezas e até vírus transmissores de gripe e outras enfermidades", explicou o deputado Emério Resedá (PDT) ao apresentar o projeto de lei que visa a proibição da fabricação, comercialização, distribuição e venda de canudos flexíveis plásticos utilizados para a ingestão de alimentos artificiais líquidos.
O parlamentar ressaltou que os vendedores ambulantes mantêm um contato direto com o produto sem a higiene necessária para evitar possíveis contaminações. E nos restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos, a exposição de canudos plásticos não está acondicionada de forma adequada para manuseio. "Toda atenção é pouca e deve ser dirigida a todas as etapas de manuseio de qualquer produto desde a fabricação, comercialização, distribuição, armazenamento, venda e exposição", afirmou ele.
Com base no projeto apresentado, fica proibida a comercialização, distribuição e venda de canudos flexíveis plásticos utilizados para a ingestão de alimentos artificiais líquidos sem que estejam totalmente embalados individualmente em papel plástico transparente. Caso os estabelecimentos não adquiram os canudos em conformidade com as normas contidas na proposição, estarão sujeitos a multa. Os valores arrecadados provenientes da aplicação das multas serão destinados ao Tesouro Estadual para aplicação em programas sociais.



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