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Bahia tem 170 mil novos empregos

Publicado em: 19/02/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

O harpista Daniel Pói executou a canção Recuerdos de Ypacarai e o Hino ao Dois de Julho
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Aliás, nunca se trabalhou tanto na Bahia. Entre 2007 e 2009 foram gerados 170 mil novos empregos, o maior número de toda história do nosso Estado e o maior do Nordeste no mesmo período. O Sinebahia deu uma grande contribuição e se tornou referência nacional em intermediação de mão de obra.
Diferente da Bahia isolada do passado, nós construímos uma forte aliança com o Governo Federal. Este, por sua vez confia no Governo baiano, confia nos nossos projetos, e tem nos ajudado a concretizar o sonho de um estado mais justo e igual.
É só olhar pela Bahia afora para ver o tamanho dessa parceria que hoje impulsiona programas e ações em praticamente todas as áreas.
Estamos juntos com o Governo Federal em programas que vão do Luz Para Todos ao Samu 192. Do Mais Cultura ao Programa de Educação Profissional. Do Casa da Gente ao Minha Casa Minha Vida e, inclusive, do Água Para Todos e do Topa.
Isso sem falar nas parcerias para construção da Copa 2014, Ferrovia Oeste-Leste, Porto Sul de Ilhéus, Estaleiro de Maragogipe, Gasoduto Gasene, Via Expressa, recuperação da BR-324 e duplicação da BR-116, e tantas obras estruturantes que estão mudando a cara da Bahia.
Dá pra dizer que a Bahia é hoje um canteiro de obras!

Nunca se trabalhou tanto na Bahia. Entre 2007 e 2009 foram gerados 170 mil novos empregos, o maior número de toda história do nosso Estado e o maior do Nordeste

Mas ainda existe uma outra Bahia, a Bahia da exclusão, onde populações inteiras ainda são privadas de bens essenciais, como acesso às letras, a água de qualidade ou a moradia decente.
Reverter completamente essa situação não é tarefa de curto-prazo, afinal temos problemas acumulados por cinco séculos. Mas nós estamos, sim, construindo e implantando políticas públicas, já olhando para daqui a 15, 20 anos. Esse é nosso grande esforço e é isso que estamos fazendo.
Entramos num novo ciclo de desenvolvimento e sei que muito do que plantamos vai crescer e vai seguir um curso irreversível. Já melhoramos a vida de milhões de pessoas, vamos prosseguir melhorando a vida e o futuro das novas gerações.
Senhoras e Senhores deputados. É tempo de repartir. É por isso que fizemos uma escolha. O Estado só tem sentido num país desigual como o nosso se tomar partido daquelas pessoas que foram deixadas para trás pela roda da exclusão social. Nossa opção é clara: fazer mais para quem mais precisa.

Mas ainda existe uma outra Bahia, a Bahia da exclusão, onde populações inteiras ainda são privadas de bens essenciais, como acesso às letras, a água de qualidade ou a moradia decente.

Ao final de 2009, pude me emocionar quando encontrei com algumas das pessoas beneficiadas pelo nosso trabalho.
Uma delas, os senhores certamente conhecem da televisão, é Dona Enedina, aluna do Topa aos 100 anos de idade.
Ela é a confirmação viva de tudo que eu disse: um século inteiro de exclusão, sem conseguir ler nem para pegar um simples ônibus ou assinar a carteira de identidade. Igual a ela tem gente jovem e de todas as idades, a partir de 15 anos. No que depender do Topa, não vão mais esperar 100 anos!
Eu tenho muito orgulho do Topa, o maior programa de alfabetização em curso no Brasil.
Os números são expressivos: são 460 mil pessoas que já aprenderam a ler e a escrever, mobilizadas em 23.787 turmas, envolvendo 29 mil alfabetizadores. Estamos com mais 482 mil alunos em sala de aula e até o final desse ano chegaremos a 1 milhão de pessoas alfabetizadas. O nosso sonho é fazer da Bahia território livre do analfabetismo.



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