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Tom político marca entrevista do governador

Publicado em: 19/02/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

Na mensagem lida no plenário do Legislativo, o chefe do Executivo tratou de diversas questões tanto do âmbito nacional quanto regional
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Depois de seu discurso de abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia, o governador Jaques Wagner recebeu a imprensa no Salão Nobre da Casa para uma conversa que girou principalmente sobre política. O governador só não respondeu aos questionamentos sobre a chapa que vai ser formada, tendo seu nome como candidato à reeleição ao governo do Estado.
"Por enquanto, o único nome que está certo na chapa é o meu. Para as outras vagas estamos em processo de negociação", disse. Wagner adiantou que, caso venha a ser reeleito, pretende permanecer no cargo até o final do mandato. "Quem acha que ser vice-governador é o caminho mais rápido para ser governador está equivocado", brincou.
Wagner também não quis adiantar os nomes que vão formar seu secretariado quando os atuais ocupantes das pastas se desincompatibilizarem para serem candidatos. "Será uma substituição natural para atender a contingência do processo eleitoral", comentou.
O governador informou que segue hoje para Brasília para, juntamente com outros governadores do Nordeste, participar de uma reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para discutir a redução do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
Em janeiro, a queda na Bahia foi de 14% – a projeção para o período era de incremento de 10%. "Isso é um problema para os Estados do Nordeste porque o FPE tem maior parcela da estrutura fiscal. No caso da Bahia, conseguimos nos manter porque o ICMS cresceu", disse.
Em Brasília, Wagner também se reúne com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir processos que tramitam naquela Corte.



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