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Marcelo Nilo lamenta a morte de Suzana Mary Barros Presídio

Publicado em: 28/01/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

Presidente da Assembleia desejou aos familiares "paz e resignação neste momento difícil"
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A morte de Suzana Mary Barros Presídio, no último dia 22 de janeiro, aos 71 anos, em Salvador, provocou grande consternação na Assembleia Legislativa. O presidente da Casa, deputado Marcelo Nilo (PDT), manifestou seus sentimentos através de uma moção de pesar. "É com muita tristeza que registramos nos Anais desta Casa o falecimento desta mulher de luta, esposa, mãe a avó abnegada, que nos deixa o legado de seu exemplo de honestidade, honradez e fortaleza", afirmou o presidente, ressaltando que dona Suzana, como era chamada, assumiu o comando da família após a viuvez precoce.
Nascida em Itabuna, ela era viúva de Fernando Presídio, liderança política baiana na década de 70, que se notabilizou como redator político, advogado e homem de confiança de Clériston Andrade e Luís Eduardo Magalhães. A vida pública de seu esposo propiciou a dona Suzana atuar nos segmentos cultural e social do estado. Foi grande colaboradora da Biblioteca Central da Bahia, onde foi diretora por muitos anos, deixando ali sua marca como defensora intransigente da ampliação do número de espaços de leitura. "Ela acreditava que os jovens poderiam utilizar esses locais como fonte de consulta e pesquisa, mas também como espaço democrático de entretenimento e lazer", lembrou Marcelo Nilo.
Outro segmento no qual gostava de atuar era a área social. Após deixar a direção da Biblioteca Central, foi para as Voluntárias Sociais, onde ocupou diversos cargos até o último ano do governo Paulo Souto. A partir daí, passou a se dedicar aos filhos e netos. "Mãe zelosa e avó dedicada, dona Suzana era defensora ardorosa da família.
"Transmitimos ao nosso amigo e colega Marcus Presídio e familiares o nosso desejo de paz e resignação neste momento difícil", completou o presidente.



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