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Mulheres organizam seminário

Publicado em: 27/11/2009 00:00
Editoria: Diário Oficial

Segundo Neusa Cadore, o evento vai despertar um pouco mais as mulheres da política baiana
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"Quando uma mulher entra na política muda a mulher, quando muitas mulheres entram na política, muda a política". Esse pensamento da presidente do Chile, Michele Bachelet, expressa uma das maiores preocupações das deputadas baianas ao desenvolver o I Seminário Estadual "Mulheres no Poder Fazendo a Diferença", a ser realizado nos dias 26 e 27 de novembro na capital baiana. "Pretendemos fortalecer o elo entre as mulheres ocupantes de cargos políticos para que assim possamos qualificar a nossa atuação no poder e na criação de políticas públicas que contemplem a igualdade de gênero", ressaltou a proponente, deputada e presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, Neusa Cadore (PT).
Os acertos finais do seminário foram debatidos na reunião ordinária do colegiado ontem. As parlamentares presentes manifestaram satisfação pela realização desse encontro, que segundo Neusa Cadore vai despertar um pouco mais as mulheres da política baiana. "Louvo de forma especial a atitude dessa Comissão e da presidente em realizar um evento que com certeza fará diferença no âmbito feminino", declarou a deputada Maria Luiza Barradas Carneiro (PSC). No mesmo sentido, a deputada Fátima Nunes (PT) completou, afirmando que esse encontro demonstra o bom trabalho que vem sendo desenvolvido pela comissão na busca pelo progresso das mulheres no espaço político. Para a vice-presidente da comissão, deputada Marizete Pereira (PMDB), que também participou ativamente da organização do seminário, as mulheres fazem a diferença quando estão no poder. Além disso, a deputada Maria Luiza Laudano (PT do B) acredita que o sucesso desse seminário irá trazer bons resultados para todos os municípios da Bahia.
Para finalizar, Neusa Cadore explicou que o I Seminário Estadual "Mulheres no Poder Fazendo a Diferença" também tem como proposta construir estratégias que aumentem a representação feminina na política, já que o índice de participação das mulheres nas esferas de poder do Brasil é considerado um dos piores do mundo, ocupando a posição de 106º lugar no ranking de 188 países monitorados pela União Interparlamentar.



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