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Oiticica ressaltou o 'valioso patrimônio'

Publicado em: 10/11/2009 00:00
Editoria: Diário Oficial

Petista congratulou-se também com a população
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A população do município de Valença comemora, hoje, 160 anos de emancipação política. O deputado Yulo Oitica (PT) apresentou na Assembleia Legislativa moção de congratulações à cidade. "É com muita alegria que parabenizo o povo valenciano, que apresenta uma incontestável contribuição ao desenvolvimento econômico do Estado", enfatizou.
De acordo com o parlamentar, a história do município começa a se desenvolver por volta de 1534. Ele ainda ressalta que nesta época ocorreu a divisão do Brasil em capitanias hereditárias e a área de Valença ficou pertencente à capitania de Ilhéus, sob a jurisdição da Vila Nossa Senhora do Rosário de Cairu, local onde ocorreu o primeiro povoamento da cidade. "Entre as pessoas que contribuíram para o crescimento do povoado destaca-se o Sr. Sebastião de Pontes, homem honrado, rico e de prestígio, que já era detentor de dois engenhos de açúcar no Recôncavo baiano", informou Oiticica.
O petista conta também que, em 23 de janeiro de 1799, o povoado foi elevado à categoria de vila, passando a se chamar Vila Nova de Valença do Santíssimo Coração de Jesus. "Finalmente, em 10 de novembro de 1849, a sede municipal recebeu foro de cidade, sob a denominação de Industrial Cidade de Valença", destacou o deputado, revelando ainda que a referida denominação foi atribuída àqueles que buscaram na localidade a fertilidade das terras e a riqueza das suas águas, representando a solução para os seus problemas, Terra da Valença, da salvação.
Atualmente, a cidade conta com 89.500 habitantes, é grande produtora de cravo, pimenta, guaraná, dendê, coco seco e verde. Também possui um dos maiores portos pesqueiros da Bahia, destacando-se como principal produtor de mariscos e famosa por seus camarões. De acordo com Yulo, Valença detém um valioso patrimônio arquitetônico, cultural e natural, a exemplo das ruínas da antiga fábrica de tecidos e as igrejas de Nossa Senhora do Amparo e Matriz do Sagrado Coração de Jesus, reduto de imagens sacras dos séculos XVIII e XIX.



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