Este ano, Euclides da Cunha - que comemora em setembro o aniversário de 76 anos de emancipação política -, será presenteado com a inauguração de várias obras pelo governador Jaques Wagner, dentre elas a construção do Centro de Abastecimento e a implantação do Centro Digital de Cidadania (CDC), garante a deputada petista Fátima Nunes, para quem estas ações do governo "objetivam contribuir para o pleno desenvolvimento do município, gerando emprego, renda, maior inclusão e participação social".
Na moção de congratulações que apresentou à Assembleia Legislativa, a deputada rememora a história do município e suas personalidades históricas, a exemplo de José Aras, escritor e poeta que escreveu, inclusive, o hino da cidade; João Siqueira Santos , "uma das últimas fontes de informação oral sobre Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos" e Joaquim Santana Lima, primeiro prefeito do município.
Antigo distrito de Cumbe, originalmente habitado pelos índios Caimbés, a cidade recebeu o nome atual em homenagem a Euclides da Cunha, autor do livro Os Sertões, que grafou a célebre frase: "O sertanejo é, antes de tudo, um forte". O clima, quente e úmido, é propício à plantação de subsistência do milho, feijão, batata-doce, mandioca e hortaliça, embora haja também "uma vasta faixa de terras onde o homem do campo faz o plantio de sisal para exportação".
Na pecuária, conta a deputada, destacam-se os rebanhos ovinos, suínos, asininos, caprinos e muares. É também produtor de galináceos e de mel de abelhas. No setor de bens minerais é produtor de cal e calcário. "Segundo dados da SEI/IBGE, o PIB do município para 2003 foi de R$121,97 milhões". A cidade conta ainda com a exploração mineral do calcário, cal virgem e pedra.
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