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Eliana Boaventura homenageia desembargadora Silvia Zarif

Publicado em: 29/06/2009 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputada diz que a atual presidente do Tribunal de Justiça ''tem relevantes serviços prestados''
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A deputada Eliana Boaventura (PP) homenageou a desembargadora Silvia Zarif, presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, pelos inúmeros serviços prestados à comunidade baiana. A desembargadora é natural de Feira de Santana e assumiu a vaga no TJB, no dia 8 de março de 2002. Indicada pelo critério de merecimento, ela ascendeu ao tribunal, após 21 anos de dedicação à magistratura, tendo-se formado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, em 1974.
Foi aprovada em concurso público para juíza de direito em 1981 e nomeada em 27 de março deste mesmo ano para a Comarca de Terra Nova. Posteriormente assumiu outras comarcas e em fevereiro de 1998, mediante permuta, passou a integrar o quadro de Juízes Substitutos da Capital, substituindo eventualmente, no Tribunal de Justiça, tendo funcionado em todas as Câmaras Cíveis.
Além do exercício da magistratura, a juíza Silvia Zarif participou de diversos cursos de especialização em Direito Processual Civil, pela Fundação Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia e também em Direito Civil, com pós graduação.
"Desde então, um trabalho de excelência vem sendo realizado pela ilustre desembargadora, por meio de projetos de considerável impacto pacificador, voltados para o desenvolvimento de meios alternativos de solução de controvérsias pela mediação, com o objetivo de prestar atendimento de excelência e aproximar o Poder Judiciário da comunidade", afirmou a deputado Eliana Boaventura, destacando os Balcões de Justiça e Cidadania, Núcleos de Conciliação e a Primeira Vara de Violência Doméstica e Família contra a Mulher.
Tais iniciativas de vanguarda, orquestradas pela desembargadora Silvia Zarif, apresentam em todo o estado, ao longo de 28 meses, a celebração de quase vinte e oito mil acordos, o que significa que todos foram pacificados e mais trezentos mil atos processuais que deixaram de ser praticados, entre audiências, intimações, oitiva de testemunhas, petições, recursos e outros. "Isso significa o brilhante trabalho do Tribunal de Justiça em nosso Estado", concluiu a deputada Eliana Boaventura.



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