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Yulo lamenta assassinato do padre Gisley Gomes

Publicado em: 25/06/2009 00:00
Editoria: Diário Oficial

Petista diz que "foi com muita angústia" que recebeu a notícia de desaparecimento do religioso
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O assassinato do padre Gisley Azevedo Gomes foi lamentado na Assembleia Legislativa pelo deputado Yulo Oiticica (PT). "Foi com muita angústia e apreensão que todos nós católicos e não católicos recebemos a notícia do desaparecimento do padre Gisley Azevedo Gomes, visto pela última vez no domingo, dia 14 de junho, em uma reunião da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)", relatou o deputado na moção de pesar apresentada na AL.

De acordo com Yulo, o jovem militante católico e da causa juvenil foi vítima da violência que se debruça sobre nossa sociedade e que tem ceifado a vida de leigos e religiosos, a exemplo de Chico Mendes e da irmã Dorothy Stang. Ele acrescentou que, no ano em que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou a Campanha da Fraternidade cujo o tema é Fraternidade e segurança pública, padre Gisley, juntamente com as pastorais da Juventude do Brasil, estava organizando a campanha contra o extermínio da juventude.

"Padre Gisley era um entusiasta da causa juvenil e, neste último período de pouco mais de dois anos no qual esteve à frente da assessoria de juventude da CNBB, com sua fé e perseverança em defesa da vida, chegou a afirmar que doaria sua própria vida na causa da juventude", contou o deputado petista. Pertencente à Congregação dos Sagrados Estigmas, fundada por São Gaspar Bertoni, em 12 de junho de 1816, padre Gisley foi ordenado em 29 de maio de 2005.



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