O município de Itagimirim completou 47 anos de emancipação política no dia 23 de abril e por isso a deputada Virgínia Hagge (PMDB) saudou sua população, através de moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia.
De acordo com a deputada, o nome do município vem de Itagi, palavra tupi-guarani formada pelas expressões ITA, que significa pedra e GI, que significa pequena. A localidade recebeu esta denominação antes de sua emancipação político-administrativa. Após o nome Itagi foi acrescentado o termo Mirim, em razão de já haver outro município denominado de Itagi. Ficou assim o município denominado de Itagimirim.
Em 1960, o povoado de Pedra Branca se emancipou, desmembrando-se de Belmonte, surgindo o município de Itapebi, enquanto Itagi passava a fazer parte do novo município. Teve início então o movimento emancipacionista, liderado por Othoniel Ferreira dos Santos, Daniel Vargens, Hugo Santana, José Alves (Zequinha), Arnaldo Santana e Osvaldo Muniz. A emancipação foi aprovada e depois sancionada pelo então governador Juracy Magalhães, no dia 23 de abril de 1962.
Com uma área de 953 km, Itagimirim está localizado a 606 km de Salvador, fazendo fronteira com Eunápolis, Itapebi, Itarantin e o estado de Minas Gerais. A região tem temperatura média anual de 23,2°C. A economia é baseada na lavoura e no minério, com presença dos minerais fluorita, mica, cianita, água marinha, turmalina, quartzo, pedra para construção e berilo. Além disso, o município tem destaque para a bacia hidrográfica do Jequitinhonha, cujos principais rios são o Jequitinhonha, Limoeiro e o da Prata.
"Hoje, sob a administração do prefeito Rielson Santos Lima, a cidade ganha novo ritmo de crescimento, com a participação da população", salienta a deputada na moção a ser comunicada a Prefeitura e à Câmara Municipal de Itagimirim.
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