A passagem do 47° ano de emancipação do município de Botuporã, comemorado no último dia 22 de março, foi lembrada na Assembleia Legislativa da Bahia por meio de moção de congratulações apresentada pelo deputado Luiz Augusto (PP). "Parabenizo os botuporaenses pela passagem de mais um aniversário da cidade, que é conhecida como a que possui o autêntico forró baiano", disse o parlamentar. Em sua mensagem, ele manifesta congratulações ao povo do município e elogia o trabalho desenvolvido pela atual administração municipal.
"Vale ressaltar o empenho do poder público municipal no processo de mudança social e elevação das oportunidades da sociedade, compatibilizando no tempo o crescimento econômico, a conservação ambiental, a qualidade de vida e a equidade social, partindo de um claro compromisso com o futuro e a solidariedade entre gerações", sublinhou o parlamentar.
Segundo ele, a administração municipal, com o apoio da Câmara Municipal, vem realizando um excelente trabalho na área social, da educação, da saúde, do desenvolvimento social e econômico na zona rural e urbana, sendo de vital importância para a população este crescimento ordenado que contribui fundamentalmente para o crescimento e desenvolvimento do município. "É uma terra que tem um povo empreendedor, com grandes valores culturais e vocação para o progresso", disse.
Importante cidade da Chapada Diamantina, localizada no Centro-Sul do estado, a 686 quilômetros de Salvador, Botuporã era primitivamente habitada pelos índios tuxás. A região foi colonizada na metade do século XVIII pelos portugueses que aí se estabeleceram constituindo famílias.
"Em 1926, missionários embevecidos com a beleza do monte ali existente mandaram abrir uma estrada até o cimo do mesmo, onde edificaram um cruzeiro e denominaram Monte Belo", relata o deputado. O arraial desenvolveu-se em função da agropecuária, sendo criado o distrito de Monte Belo em 1934. Em 1943 mudou-se o topônimo para Botuporã. O município foi criado desmembrando-se de Macaúbas.
O município tem potencial para a agricultura, que é a base de sua sustentação econômica, além da produção de mandioca, feijão, milho, cana-de-açúcar, mamona, algodão, sorgo e rebanhos de aves, suínos, bovinos, equinos e caprinos. A zona rural é composta dos povoados de Boa Vista, Lagoa d’ Água dos Costas, Lagoa d’ Água de São Francisco, Pajeú e outros.
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