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AL marca presença na reunião do Comitê do Pacto para a Criança

Publicado em: 13/03/2009 00:00
Editoria: Diário Oficial

A deputada Antônia Pedrosa, 4ª secretária da Mesa Diretora, representou o Poder Legislativo
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A IV reunião do Comitê Nacional do Pacto Um Mundo Para a Criança e o Adolescente do Semi-árido teve a sua abertura ontem, no Hotel Mercure, no Rio Vermelho, em solenidade que contou com a presença da 4ª secretária da Mesa Diretora da AL, Antônia Pedrosa (PRP), representando o Legislativo baiano, além do governador Jaques Wagner e a primeira dama do Estado, Fátima Mendonça, que é a presidente do comitê gestor do Pacto na Bahia.
O encontro conta também com representantes dos outros 10 estados que possuem áreas do semi-árido em seu território e do Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef), que debaterão temas como os resultados do Selo Unicef Município Aprovado (Edição 2008); o Projeto Toda Escola com Água de Qualidade, Banheiro e Cozinha. Também será discutido modelos de articulações com o Fórum de Governadores do Nordeste e a bancada da região na Câmara dos Deputados.
Participaram também da solenidade os deputados estaduais Yulo Oiticica (PT), Zé Neto (PT), Nelson Leal (PSL), Emério Resedá (PSDB) e Paulo Câmera (PTB), além de secretários de Estado e representantes de entidades da sociedade civil ligadas ao tema.

PACTO NACIONAL

A partir da mobilização promovida pelo Unicef, lideranças dos governos federal e dos 11 estados que possuem áreas de semiárido em seus territórios (Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), de organizações da sociedade civil, das agências internacionais de cooperação e de empresas assinaram o Pacto Nacional Um Mundo para a Criança e o Adolescente do Semiárido.
O ato simbólico – promovido em 26 de junho de 2007, em sessão solene no Palácio do Planalto – representou a união de esforços de diversos setores na melhoria da qualidade de vida dos mais de 13 milhões de meninas e meninos de até 17 anos, residentes na região que concentra os mais frágeis indicadores sociais do país.



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