O quinto mandato consecutivo de Marcelo Nilo como deputado estadual foi marcado pela conquista do mais importante cargo do Poder Legislativo: a presidência da Assembléia. No discurso de posse, ele já anunciava o que seria o móvel do mandato: mudança. Da imagem, da função institucional, da relação com a sociedade civil e com os próprios pares. Uma necessidade imposta "ante o resultado das eleições de 2006", que elegeu Jaques Wagner, do PT, governador da Bahia.
Ao assumir a presidência, anunciou a pretensão de, em conjunto com os demais parlamentares, tornar a atuação da AL mais propositiva, buscando criar condições para o diálogo franco e a valorização do trabalho legislativo. E transformou esta aspiração em fato.
Formado em Engenharia Civil pela Ufba, especializou-se em Saneamento de Sistema Urbano de Água. Com esta especialização, alcançou a presidência da Embasa, onde desempenhou quase todas as funções, desde o início, como estagiário. Antes já havia passado por mais um cargo executivo, o de chefe de gabinete da prefeitura de Antas. Elegeu-se deputado estadual pela primeira vez em 1992, exercendo seus quatro mandatos subsequentes sempre pelo PSDB, partido em que se filiou em 1990.
Em 2007, assume a presidência da Mesa Diretora da Assembléia para cumprir mandato de dois anos. Integrou ainda, na condição de vice-presidente, três comissões permanentes, foi membro titular de outras seis e de três comissões parlamentares de inquérito: a que investigou convênios entre o Incra e municípios baianos; a que tratou da exterminação dos índios pataxós na região sul da Bahia e a CPI dos Combustíveis.
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