O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, recebeu ontem a visita de cortesia do presidente da Academia de Letras da Bahia, Edivaldo Boaventura, que estava acompanhado dos acadêmicos Waldir Freitas Oliveira e Aleilton Fonseca. Os intelectuais solicitaram a renovação do convênio que une as duas instituições, permitindo o resgate de obras importantes da literatura e historiografia da Bahia que estão fora do catálogo das editoras comerciais.
Esse consórcio, que está completando 10 anos, teve o seu objeto ampliado na gestão do deputado Clóvis Ferraz (DEM) na presidência da Casa, passando da edição e publicação de dois livros por biênio para oito no mesmo período. O deputado Marcelo Nilo, que até o encerramento da atual gestão no próximo dia 31 terá publicado 28 volumes, garantiu aos visitantes a renovação do convênio, que passará por nova ampliação.
Marcelo Nilo estava acompanhado do deputado Reinaldo Braga (PSL), ex-presidente da Assembléia que também manteve em execução o convênio. Nilo informou aos acadêmicos que a produção editorial do Legislativo foi uma de suas prioridades, sendo firmadas parcerias com a Fundação Casa de Jorge Amado, o Museu Eugênio Teixeira Leal e até com a Editora da Universidade do Estado de São Paulo, Edusp, para a produção e reedição da obra seminal do geógrafo baiano Milton Santos – o Centro da Cidade do Salvador, sua tese de doutorado pela universidade de Estrasburgo – que será lançado, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia, Ufba, na segunda quinzena do mês.
O professor Edivaldo Boaventura, que é um dos decanos da Academia, elogiou a política editorial executada no Legislativo e falou da importância da parceria que une as duas instituições – que possibilita às novas gerações conhecer obras e autores fundamentais. Ele brindou os presentes ainda com estórias vividas naquela Casa de Letras e lembrou que sete ex-governadores ingressaram naquela casa de imortais.
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