Em setembro deste ano, o presidente Lula sancionou a lei que estende por 60 dias a licença maternidade, mas na Bahia a matéria ainda não foi regulamentada. E é justamente isso o que pede ao governador Wagner a deputada Antônia Pedrosa (PRP), lembrando que a prorrogação se dá "por meio da concessão de incentivo fiscal".
Com a proposta, a licença-maternidade passará de 120 para 180 dias. Para ter direito ao benefício, a funcionária deve requerer a prorrogação da licença até o final do primeiro mês após o parto. "O foco", explica Pedrosa, "é mostrar a importância do crescimento e desenvolvimento da criança que, desde a vida intra-uterina, depende fundamentalmente da criação de vínculo afetivo com a mãe, com o pai e demais membros da família".
O tempo ideal para o estabelecimento destes laços entre mãe e filho são os "seis primeiros meses de vida, indispensáveis ao surgimento da criança sadia, do adolescente saudável e do adulto solidário, emocionalmente equilibrado", pondera a deputada, para quem um outro benefício que a lei traz é o de "proporcionar às mães um período maior para amamentarem seus filhos com o leite materno", o melhor e mais completo alimento para o bebê.
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