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Fátima Nunes destaca aniversários de emancipação de Cansanção e Antas

Publicado em: 14/08/2025 16:35
Editoria: Notícia

Deputada Fátima Nunes (PT)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA

A deputada Fátima Nunes (PT) parabenizou, nesta semana, dois municípios baianos que celebraram aniversário. Em moções de congratulações, a 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) homenageou Cansanção e Antas, relembrando as histórias de cada cidade e saudando a população, os prefeitos e os secretários municipais.

Sobre Cansanção, que completou 67 anos de emancipação política no dia 12 de agosto, ela relatou que o município se originou a partir de uma área da Fazenda Cansanção. Em 1896, a localidade tinha apenas oito casas e servia como ponto de descanso para tropas federais que seguiam de Queimadas a Monte Santo no combate aos jagunços de Antônio Conselheiro, durante a Guerra de Canudos. O primeiro espaço de devoção foi uma casa onde fiéis se reuniam para rezar e fazer a novena à Senhora Santana, ainda hoje padroeira da cidade.

“Graças ao dinamismo de seus moradores, o arraial progrediu rapidamente e, em 1920, já era um povoado com 25 casas e uma capela”, destacou a deputada. Em 1933, acrescentou ela. o povoado foi elevado à categoria de vila e, em 1940, o distrito já contava com 8,17 mil habitantes. “O grande sonho dos moradores era a emancipação política, que ocorreu em 1954, ano da primeira eleição municipal”, contou. No entanto, a medida foi anulada e reafirmada apenas quatro anos depois.

Origem de Antas

Ao falar de Antas, que completou 72 anos no último dia 13, a parlamentar recordou que os índios quiriris foram seus primeiros habitantes, catequizados por padres da Companhia de Jesus. No local onde ocorreram as catequeses, formou-se uma povoação que se desenvolveu rapidamente. Um marco da religiosidade local é a cruz erguida no século XIX “em ponto de difícil acesso na Serra Anane”, reverenciada até hoje, especialmente na Semana Santa.

“Nessa ocasião, tradicionalmente os moradores acordam cedo e seguem para lá em silêncio ou murmurando orações. É um momento de profunda religiosidade, de conversa íntima com o divino, de pedir e agradecer”, descreveu a deputada, ressaltando que os inúmeros ex-votos deixados aos pés da cruz são “testemunho da força espiritual do local”. “É um espaço de muito respeito”, completou.

Fátima Nunes concluiu afirmando que as moções são uma “forma singela” de homenagear a população das duas cidades e de desejar “progresso e desenvolvimento social, econômico, cultural e político”.



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