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Fátima Nunes celebra aniversários dos municípios de Jaguarari e Inhambupe

Publicado em: 08/08/2025 16:02
Editoria: Notícia

Deputada Fátima Nunes (PT)
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
A deputada Fátima Nunes (PT) ficou em júbilo esta semana, quando dois dos municípios que compõem sua base política alcançaram mais um ano de emancipação política. Tratam-se de Jaguarari e Inhambupe, cujas datas festivas ocorreram no último dia 06 e foram homenageados com moções de congratulações e aplausos.
 
“A deputada que esta subscreve vem solicitar na forma regimental que se faça inserir na Ata a presente moção pela passagem do 129º Aniversário de Emancipação Política do município de Inhambupe, que acontece no dia de hoje”, diz o documento em que a parlamentar patenteia a felicidade pela ocorrência da data. A povoação branca local data do século XVI, quando jesuítas ali se instalaram para catequizar os povos originários.

A moção também descreve que os religiosos fizeram erigir um colégio em Água Fria, impulsionando a chegada de novos habitantes. Já no século seguinte, a região foi transformada em sesmaria para um marechal da Casa da Torre dos Garcia D’Ávila, que erigiu uma igreja sob a invocação do Divino Espírito Santo de Inhambupe. Foi em torno deste templo que foram surgindo casas, contribuindo para a formação e evolução da nova comunidade. Em 1718, o povoado passou a pertencer à freguesia de Água Fria, vila criada em 1710 e notável pelo colégio dos jesuítas. Inhambupe ganhou foros de cidade em 6 de agosto de 1896, pela Lei estadual nº 134.

JAGUARARI

“É com o meu coração repleto de alegrias que comemoro mais um aniversário do querido município de Jaguarari”, disse Fátima, na moção em que se manifesta sobre o 99º aniversário de emancipação política. Ela registra que o município é administrado “pelos companheiros Antônio Nascimento, conhecido carinhosamente por seu Antônio, e Dr. Veloso, dois amigos que amam essa terra e lutam diária e arduamente para colocar o município na rota do crescimento e desenvolvimento”.

“Jaguarari, tem sua história atrelada à história da civilização do interior baiano, evidentemente influenciada pela chegada dos portugueses e outros povos de semelhantes países de destacado domínio técnico e científico para a época”, conta a parlamentar. A petista lembra que foi a busca e cobiça dos colonizadores por metais preciosos, principalmente o ouro e a prata, o fator para a penetração no interior da Bahia.

O resultado – explica Fátima Nunes – foi “a destruição das feições estéticas das matas e o processo forçado de escravidão à que se imputava aos nativos destas terras”. Pertencente às terras das denominadas Jacobinas, Jaguarari, em sua história, não imprime certezas quanto aos povos indígenas que habitavam suas paragens. Existe entre os índios a lenda do Jaguarari, “índio forte e guerreiro da tribo Tuxaua que se apaixonou pela Iara”, anotou a deputada. 


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