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Fátima Nunes representa a ALBA em cerimônia de assinatura de contratos pelo Futrad

Publicado em: 04/06/2025 20:53
Editoria: Presidência

Presidente em exercício, a parlamentar petista esteve com o governador Jerônimo Rodrigues no evento realizado no CAB
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
A deputada Fátima Nunes (PT), no exercício da Presidência da Assembleia Legislativa, representou o Parlamento baiano na cerimônia de assinatura de contratos com 57 entidades beneficiadas pelo Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Futrad). O evento foi realizado na manhã desta quarta-feira (4), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues.

A ação é coordenada pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e tem como objetivo fomentar iniciativas voltadas à qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho, fortalecimento da economia solidária e promoção dos direitos trabalhistas em diversas regiões da Bahia.

Durante a solenidade, Fátima Nunes ressaltou a relevância da política pública implementada pelo Governo do Estado e reafirmou o compromisso do Legislativo baiano com as pautas que promovem justiça social e trabalho digno. “É uma grande alegria representar a ALBA nesse momento em que o Governo firma parcerias com dezenas de entidades que atuam diretamente na base, transformando vidas por meio do trabalho. O Futrad é uma ferramenta estratégica para promover inclusão, renda e cidadania”, afirmou.

Os contratos assinados com as 57 entidades permitirão a execução de projetos com foco em públicos diversos, como juventude, mulheres, população negra, comunidades tradicionais e pessoas em situação de vulnerabilidade, ampliando o alcance das ações em todo o Estado.

O evento contou com a presença de secretários de Estado, parlamentares, lideranças sociais, do Ministério Público, representantes das entidades beneficiadas e técnicos da área, evidenciando o esforço conjunto entre governo e sociedade civil na promoção do trabalho decente e no enfrentamento das desigualdades.

Também estiveram presentes no ato, os deputados Raimundinho da JR (PL), Bobo (PC do B), Radiovaldo Costa (PT), Zó (PC do B), Matheus Ferreira (MDB), Olívia Santana (PC do B), Maria del Carmem (PT) e Cláudia Oliveira (PSD), além de secretários de Estado e parlamentares federais


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Dr. Diego Castro defende

uso de criptoativos na Bahia

leg:  Deputado Dr. Diego Castro (PL)

O deputado Dr. Diego Castro (PL) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa que autoriza, na Bahia, o uso de criptoativos, como o Bitcoin e outros de natureza semelhante, como meio lícito e legítimo de pagamento em transações de compra e venda de veículos e bens móveis similares, desde que com consentimento expresso entre as partes envolvidas.

Ele lançou mão da Constituição Federal para justificar a proposição, uma vez que a Carta Magna assegura, em seu Artigo 1º, fala sobre “os fundamentos da livre iniciativa e da dignidade da pessoa humana, além de reconhecer como princípios da ordem econômica, da livre concorrência e a autonomia privada”. Embora a emissão de moeda seja competência privativa da União, o parlamentar considera que “não há qualquer vedação legal à utilização voluntária de outros ativos como instrumentos de troca, desde que não se lhes confira curso forçado”.

Dr. Diego Castro também esclareceu que não se trata de substituir a moeda nacional, mas de reconhecer juridicamente que cidadãos possam utilizar, por livre acordo, criptoativos como meio de pagamento, sem intervenção do Estado na natureza do ativo empregado na transação. Ele também garantiu que o PL “está em plena conformidade com os princípios instituídos pela Lei da Liberdade Econômica (Lei Federal nº 13.874/2019), que consolidou o direito dos agentes econômicos de empreender, contratar e utilizar os meios mais eficientes de operação, sem imposição de restrições desnecessárias por parte do poder público”.

A imposição de formas tradicionais de liquidação, como moeda fiduciária ou instrumentos bancários, prosseguiu, “impõe barreiras artificiais a um mercado que já opera, em larga escala, com criptoativos. O Estado não deve se opor à evolução dos meios de troca, especialmente quando isso ocorre sem prejuízo das obrigações legais e fiscais”, disse.

O deputado ainda afirmou que, “diferente de modelos regulatórios excessivamente interventivos”, seu projeto “adota uma abordagem verdadeiramente liberal: não impõe cadastros, autorizações ou registros estatais sobre as transações realizadas com criptoativos, nem criar burocracias para a formalização do negócio”. Esse modelo, finalizou Diego Castro, “respeita o cidadão como agente racional e autônomo, capaz de firmar contratos e realizar trocas patrimoniais com base em sua livre vontade, sem tutela do Estado sobre sua forma de organizar o próprio patrimônio”.



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