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Presidente da AL enalteceu as qualidades do homenageado

Publicado em: 24/09/2008 00:00
Editoria: Diário Oficial

Marcelo Nilo lembrou da caminhada com Eliel "contra o autoritarismo"
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"Trata-se de homem público da maior qualidade, que exerceu honradamente os dois mandatos exercidos aqui, marcando de forma indelével este plenário e a todos que tiveram o privilégio de conviver diariamente com ele por oito anos". Foi assim que o presidente Marcelo Nilo procurou definir o secretário Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), Eliel Santana, em seu discurso de saudação.
Nilo considerou uma honra para ele a oportunidade de propor a outorga do título "a este sergipano com longa folha de serviços prestados à Bahia e aos baianos". Ao ressaltar o valor que a outorga representa, lembrou que a Assembléia é parcimoniosa em oferecer tal homenagem. "É necessário rigor da escolha", explicou.
"Os elevados princípios morais e éticos, norteadores da vida pessoal, profissional e política de nosso homenageado, assim como seus bons propósitos ao ingressar na vida pública, o credenciam com láurea a receber a presente homenagem", disse. Nilo frisou que na AL "sempre estivemos no mesmo norte político, do mesmo lado", lembrando as muitas noites que passaram, como oposicionistas, obstruindo votações em plenário, "lutando contra o autoritarismo sufocante daquela época".
O presidente da Assembléia fez um rápido relato da vida de Eliel, desde o nascimento em Estância, em Sergipe, em 1956, e mostrou que laços históricos unem o homenageado à Assembléia de Deus: sua vinda para a Bahia, por exemplo, aos quatro anos de idade, se deveu à indicação do pai, Rodrigo Santana, para presidente da denominação religiosa na Bahia. Empreendendor, Eliel começou a trabalhar com 12 anos no comércio. Aos 14, teve a carteira assinada, aos 18 ingressou no exército.
Eliel casou com Edna com apenas 20 anos e, sete anos mais tarde, já tinha toda sua prole: Eliedna, Lilian, Otto e Heber – todos convocados pelo presidente para, juntamente com a matriarca, Maria Adelina, entregarem o título. "O trabalho missionário despertou-lhe uma maior consciência política que, junto com a orientação religiosa, fundamentaram os conceitos morais e éticos, imprescindíveis para o servidor público", definiu.



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