Por meio de moção de aplausos protocolada na Casa Legislativa, o deputado Antonio Henrique Junior (PP) saudou a passagem do vigésimo aniversário da Academia Barreirense de Letras (ABL), celebrado na última terça-feira (20).
No documento, o progressista lembrou a fundação da entidade de natureza literária e cultural, voltada à promoção, preservação e difusão das expressões artísticas e intelectuais do município e da região. “Sua sede, localizada na Rua Ruy Barbosa, no 67, configura-se como núcleo de referência para o pensamento crítico e a produção literária no Oeste baiano”, disse.
Antonio Henrique ressaltou o papel da ABL no fortalecimento do capital simbólico regional, suas atividades voltadas à valorização da produção literária, entre elas lançamentos editoriais, saraus, seminários e ações pedagógicas em escolas e universidades, e as parcerias com instituições de ensino superior, órgãos públicos e entidades da sociedade civil, “ampliando significativamente o alcance de suas ações”, afirmou.
O legislador destacou a atuação da instituição nas bienais do livro e nos festivais literários de Barreiras (Flibs) e nas feiras de livros ao ar livre promovidas em parceria com o Poder Público. “Outros projetos de igual relevância também merecem menção: “Roda de Conversa e Poesia na Praça”, “Escrevivências Geraizeiras”, “ABL na Escola” e “Cartas para a Vida” — iniciativas que articulam literatura, cidadania e memória coletiva como formas de intervenção estética e social. Essas ações reiteram o compromisso da ABL com a democratização do acesso à leitura e à cultura”, acrescentou.
Por fim, o deputado lembrou o legado intelectual dos fundadores e patronos da ABL, entre eles o médico e escritor Luiz Gonzaga Pamplona, Ignez Pitta de Almeida, Durvalino Nunes, Lélia de Macêdo Rocha, Solange Tavares da Cunha, Edelvira Wanderley Moreno, José Agostinho Porto (in memoriam), Antônio de Pádua e o artista plástico Ataliba Campos Lima.
“Além de saudosos imortais, a ABL conta com importantes acadêmicos que emprestam prestígio e densidade histórica à instituição, constituindo-se como espaço vivo de salvaguarda, experimentação e reinvenção das tradições literárias regionais”, afirmou.
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