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Fabíola Mansur lamenta morte de Lise Weckerle

Publicado em: 20/01/2025 17:19
Editoria: Notícia

Deputada elogiou trajetória da empresária
Foto: Ascom/AgênciaALBA

A morte da empresária e gestora social Liselotte Weckerle, nesta segunda-feira (20), em Salvador, foi lamentada pela deputada Fabíola Mansur (PSB) em moção de pesar apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

Nascida na capital baiana, no dia 4 de março de 1938, Lise Weckerle, como era conhecida, era filha de pais alemães, radicados no Brasil. Como explicou a parlamentar, no documento, Lise foi a primeira e, até hoje, única mulher a presidir a Associação Comercial da Bahia (ACB), durante o período de 2003 a 2007.

Lise foi um exemplo de pioneirismo, sensibilidade e inovação, deixando um legado que ressignificou o papel da ACB na sociedade baiana. Um exemplo de liderança empresarial e filantrópica, Lise também foi pioneira na função de provedora da Santa Casa de Misericórdia da Bahia”, escreveu Fabíola Mansur.

Lise foi a filha primogênita do casal de origem alemã Ernst e Inês Weckerle, que ainda lhe deu dois irmãos, Wilhem e Wolfgang Weckerle. Ernst foi o fundador, em 1947, da Ótica Ernesto, que teve sua primeira sede situada na Piedade, em Salvador.

Formada em economia na Alemanha, Lise assumiu posição nos negócios da Ótica Ernesto, junto com seu pai, como era o desejo dele. Atuando na área de marketing, Lise fez uma aposta em propagandas bem elaboradas, que atraíram grande público. Elas foram criadas pela agência de publicidade baiana D&E, no início dos anos 1980. A partir delas, o bordão da empresa “Ernesto, meu rapaz” ficou famoso entre os baianos.

Uma grande mulher, uma grande perda. Lise era um ser humano especial e de muita importância para a nossa cidade. Fez muito pelos despossuídos, aqueles que precisavam de auxílio. Por onde passou, semeou fraternidade. Neste momento de dor, minha solidariedade à sua família, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com Lise Weckerle, grande exemplo para as gerações vindouras”, concluiu Fabíola Mansur.




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