O secretário do Desenvolvimento Urbano, Afonso Florense e o diretor-presidente da Embasa, Abelardo Oliveira, foram recebidos ontem, na Assembléia Legislativa, pelo presidente da Casa, Marcelo Nilo. Segundo Afonso Forense o objetivo do encontro foi colocar a secretaria que dirige a disposição dos deputados para esclarecimentos sobre o projeto de lei que cria a Política Estadual de Saneamento, enviado ao legislativo baiano no último dia 12 de junho.
Marcelo Nilo agradeceu a visita de Florense e ressaltou a benéfica integração que está acontecendo entre os poderes na Bahia, manifestada no gesto do secretário de se prontificar a esclarecer aos parlamentares baianos os detalhes do Projeto que cria os mecanismos institucionais necessários para aplicação da política de saneamento do Estado.
O presidente, que construiu a sua carreira profissional na Embasa até chegar ao cargo de presidente da empresa, reiterou a importância do projeto, lembrando que ele foi enviado a AL durante um dos períodos que exerceu a governança do Estado interinamente. “Acredito que, pela importância do tema, o projeto esteja pronto para ser votado em agosto, após a participação de todos envolvidos nos debates, tanto do bloco da oposição quanto do governo”, afirmou.
Afonso Florense informou que a Bahia é o primeiro estado da federação a construir uma lei que regulamenta a sua política de saneamento. O secretário disse que foram feitas 14 audiências públicas e que muitos aspectos da lei foram definidos nessas reuniões. “O projeto cria marcos institucionais que são importantes para as ações do governo, que tem como prioridade estratégica a universalização do serviço de água e esgotamento sanitário na Bahia”, afirmou.
O presidente da Embasa reiterou que a Lei aponta o compromisso do Governo do Estado com a inclusão social através da universalização do fornecimento de água e informou que estão sendo executadas 212 obras no estado, o que representa um investimento de aproximadamente R$ 1,8 bilhão “O nosso desafio agora é manter em equilíbrio a relação entre o custo da universalização dos nossos serviços à população e a sustentabilidade econômica da empresa”, disse Abelardo Oliveira.
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