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Credicesta chega à Assembléia

Publicado em: 10/07/2008 00:00
Editoria: Diário Oficial

Presidente do Legislativo destacou importância do convênio assinado com a Cesta do Povo
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Funcionários da Casa terão prazo maior para efetuar pagamentos
Os servidores da Assembléia Legislativa vão poder comprar nas lojas da Cesta do Povo com a facilidade de ter até 65 dias para a realização do pagamento. O convênio que estende a possibilidade de utilização do cartão Credicesta para os funcionários do Poder Legislativo foi assinado ontem pelo presidente da AL, deputado Marcelo Nilo (PSDB), e o presidente da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), Reub Celestino, em solenidade no gabinete da Presidência, que contou com a presença do Superintendente de Recursos Humanos da Casa, José Acúrcio, e do Superintendente de Administração e Finanças, Marcus Presídio.
Segundo Acúrcio, esta medida contempla os servidores efetivos, os secretários parlamentares e os funcionários com funções comissionadas, desde que estejam prestando serviço na casa a mais de um ano. O superintendente informou ainda que cerca de 3 mil funcionários serão contemplados, podendo, em média, ter à disposição 30% do salário para usar o Credicesta, que terá a sua fatura descontada no contra-cheque. A previsão é que a partir de agosto o serviço já esteja implantado.

RECUPERAÇÃO

"Nesse momento que existe um surpreendente aumento de preço dos alimentos, é importante que os servidores da Casa tenham essa possibilidade de comprar a crédito", destacou Marcelo Nilo, salientando que o convênio firmado com a Ebal atende uma reinvidicação dos funcionários. Nilo demonstrou satisfação com o desfecho das negociações e ressaltou o excelente trabalho realizado pela administração da Ebal, recuperando a Cesta do Povo, que passava por graves dificuldades financeiras.
Reub Celestino informou que a Cesta do Povo tem, hoje, 275 lojas abertas, ofertando 3.500 itens, o máximo que a empresa já alcançou na sua história. Ele disse que no início da sua administração a empresa não tinha fornecedores, estoque, nem dinheiro em caixa. "Reduzimos em 97% o prejuízo da empresa que hoje tem 40% a menos de funcionários e uma liquidez de R$ 60 milhões entre fluxo de caixa e estoques. Temos certeza que a partir do início do próximo ano a Ebal terá total sustentabilidade", afirmou.



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