A situação dos aprovados no concurso da Polícia Militar e que não foram convocados por terem excedido a idade limite de 30 anos de idade voltou a dominar os debates na Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembléia Legislativa da Bahia. Depois da intervenção dos deputados, foi publicada ontem, no Diário Oficial do Executivo, a convocação de 160 aprovados com 30 anos. Agora, a luta dos parlamentares é para integrar os aprovados com 31 anos ou mais.
Quando da realização do concurso, em 2006, os candidatos tinham menos de 30 anos como estabelecia o edital. O problema é que depois de aprovados em cinco etapas (dentre elas, o psicoteste, a prova escrita e o teste de aptidão física), o governo demorou quase dois anos para efetuar a convocação e, com isso, 391 aprovados ultrapassaram a idade limite. Desses, 160 tiveram os seus nomes publicados ontem porque ainda estão com 30 anos.
O presidente do colegiado da comissão, deputado Fernando Torres (PRTB), e Capitão Fernandes (PSB) se comprometeram a levar representantes dos aprovados, que lotaram a sala da comissão ontem, para discutir o assunto com o secretário estadual da Administração, Manoel Vitório. Mas, segundo o deputado Yulo Oiticica (PT), o principal problema reside na Procuradoria Geral do Estado. Por isso, os integrantes da comissão estão agendando também uma visita ao órgão.
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