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Seminário debate direitos dos assistentes sociais

Publicado em: 23/05/2022 19:18
Editoria: Notícia

Deputado Marcelino Galo (PT) comandou os trabalhos
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
Como parte das atividades de comemoração do Dia da Assistente Social – 15 de Maio-, os conselhos Federal e Regional de Serviço Social (CFSS e CRESS) promoveram um seminário, nesta segunda-feira (23), no Auditório Jornalista Jorge Calmon, da Assembleia Legislativa. O evento, intitulado Trabalhadoras do Brasil: somos e lutamos com elas, contou com o apoio e presença do deputado Marcelino Galo (PT).



Junto com o parlamentar, compuseram a mesa a vice-presidente do CRESS, Carolina Suzart; a presidente do CFSS, Elizabete Borges; e as representantes da Superintendência de Assistência Social da Secretaria Estadual de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SAS/SJDHDS), da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) e da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO), Aline Araújo, Analice Dantas e Tainá Barbosa, respectivamente.



A presidente do CFSS, Elisabete Borges, reforçou o significado da data e a necessidade de mobilização das mulheres, enquanto trabalhadoras, na luta pela humanidade livre, melhorias salarias, contra a precarização do trabalho, pelo direito à aposentadoria, proteção à saúde e à assistência social, contra o desmonte da Previdência, acesso aos serviços, enfrentamento às violências domésticas.



“Isso nos implica na defesa da igualdade substantiva, com distribuição de renda, de conhecimento, de bens materiais e imateriais e acesso aos serviços públicos e direito de cidadania”, detalhou.



Ao apoiar o evento, o deputado Marcelino Galo falou do dever da Casa Legislativa de se abrir à celebração do Dia da Assistente Social, rememorando suas lutas e valorizando o segmento e destacou a importância da categoria no serviço de atendimento aos mais vulneráveis, “o que está muito difícil hoje no país, pois há um aumento muito grande da pobreza, da miséria”, lamentou.




Para Galo, é necessário um conjunto de políticas para que os assistentes sociais tenham sua tarefa realizada, “porque não se trata só do social, mas também da educação, da saúde e da perspectiva de trabalho e de renda para os mais vulneráveis, para que possam ter vida digna”, afirmou.



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