"Sabíamos das dificuldades da área de segurança publica. E sabemos que teremos de trabalhar muito durante o nosso governo para responder a esse desafio"
Nossa preocupação com as condições de nossas estradas se manifestou especialmente com os US$ 100 milhões que conseguimos junto ao Banco Mundial. Com a contrapartida de US$ 86 milhões, serão restaurados 1.804 km de rodovias estaduais e federais em cinco anos. Em 2007, desenvolvemos um ousado trabalho de manutenção das estradas baianas, com um investimento de R$ 54,3 milhões.
Estamos transformando a Bahia num cenário efetivamente democrático para os investimentos locais, nacionais e internacionais. O empresariado sabe que agora atua sob regras e normas claras e pode, portanto, ajudar a Bahia a crescer. E está ajudando. No ano de 2007, foram implantadas 42 empresas, representando um investimento de mais de R$ 705 milhões, com a geração de aproximadamente 5.500 empregos. Quase 60 empresas estão em processo de implantação, com quase R$ 4 bilhões de investimento e previsão de mais de 8.700 empregos diretos.
Pela importância, destaco outra iniciativa e outros números: foram assinados 52 protocolos de intenção com a iniciativa privada, o que representará investimentos de R$ 6,3 bilhões e mais de 15 mil empregos diretos. As missões internacionais à China, Portugal, Espanha, Japão, EUA, Argentina e Chile permitiram o desenvolvimento de um intercâmbio econômico extremamente positivo para a Bahia.
"As ações de segurança serão sempre seguidas de ações sociais. O governo está perseguindo o objetivo de ter uma segurança pública voltada para o cidadão"
Não há possibilidade de desenvolvimento econômico nos dias atuais se não houver uma conexão com as incessantes inovações tecnológicas do País e do mundo e se o governo do Estado não criar as condições culturais e científicas para o desenvolvimento dessas inovações. É com essa compreensão que o Governo do Estado apressou as iniciativas para a construção do Parque Tecnológico, com recursos de R$ 28,4 milhões do Ministério da Ciência e da Tecnologia, mais a contrapartida do Estado. O governo, surpreendido pelo impressionante atraso herdado das administrações anteriores nesse terreno, iniciou também a implantação do Sistema de Gestão Estratégica de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), essencial a qualquer administração contemporânea.
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