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Em nome da Comissão da Mulher, Olivia Santana se solidariza com secretária de Maragogipe

Publicado em: 20/01/2022 19:20
Editoria: Notícia

Deputada Olivia Santana (PC do B)
Foto: AscomALBA/Agência-ALBA
A deputada Olivia Santana (PC do B) encaminhou, em nome da Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), da qual é a presidente, uma moção de apoio à secretária municipal de Educação, Esporte e Lazer do município de Maragojipe, Ana Cláudia Barbosa, “pelas ofensas e violência política de que foi vítima”.



O colegiado saiu em defesa da professora e gestora municipal, solicitando que as autoridades policiais do Estado da Bahia e políticas de Maragojipe adotem todas as medidas necessárias para punir o agressor e promover a reparação dos direitos da ofendida. Pra tanto, a parlamentar requereu que a ALBA dê ciência da moção, além da vítima, ao secretário estadual de Segurança Pública, Ricardo César Mandarino, e ao prefeito de Maragogipe, Valnício Armede.



“As deputadas e os deputados que subscrevem esta moção se movem em defesa da vida, pelo compromisso com os valores humanistas e de solidariedade para que a secretária Ana Cláudia não se sinta sozinha neste momento tão difícil, que ela se sinta apoiada e consciente de que estamos ao seu lado, lutando e repudiando a violência política que é vítima e todas as expressões de violação dos direitos das mulheres, no desafiador caminho do empoderamento”, diz trecho do documento.



Segundo a moção descreve, Crispiniano Querino atacou a honra da secretária, vilipendiou sua imagem e seu direito à privacidade, abalando sua reputação frente ao povo, amigos e familiares, com a divulgação de fotos pessoais, ofensas verbais e por escrito, nas redes sociais e aplicativos de mensagens, conforme boletim de ocorrência já registrado.



A atitude foi definida por Olívia Santana como violência política, machista, misógina e truculenta: “É imperativo que as estruturas historicamente machistas e patriarcais sejam transformadas com a presença de mulheres nos postos de gestão e governança. O Estado e suas instituições precisam garantir que as mulheres de Maragojipe possam exercer suas funções em paz, com todo o respeito e proteção. É intolerável que o debate político e de ideias seja substituído por agressões que buscam diminuir e macular a existência de uma mulher, professora e gestora pública”.



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