Marcelo Nilo prestigia lançamento de programa governamental
Trabalho produtivo e adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, eqüidade e segurança, sem quaisquer formas de discriminação, e capaz de garantir uma vida digna a todas as pessoas que vivem dele. Este conceito de trabalho decente, preconizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), é o estofo da Agenda Bahia do Trabalho Decente, lançada ontem pelo governador Jaques Wagner na Fundação Luís Eduardo Magalhães, evento que contou com a participação do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, do diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, Jean Maninat, entre outras autoridades.
Na oportunidade, foram lançadas duas publicações: o Guia Bahia do Trabalho Decente e a Cartilha da Agenda Bahia do Trabalho Decente. Marcelo Nilo comentou que, se um governo trabalha e tem recursos, é fácil executar obras; porém, a maior dificuldade dos governantes é pensar políticas públicas criativas, que estimulem a inclusão social. "O Governo do Estado, que já havia garantido que o piso salarial do servidor seria de pelo menos um salário mínimo, solucionando uma situação absurda que acontecia na Bahia, agora lança este programa, demonstrando que a sua prioridade é a defesa dos que mais precisam", ressaltou.
O eixo central refere-se à gestão da própria agenda, a mobilização e articulação, a organização de uma base de conhecimentos e de iniciativa de sensibilização, fortalecimento institucional e acompanhamento das ações. Os eixos temáticos, que representam as áreas prioritárias de ação, são sete: Segurança e Saúde do Trabalhador, Juventude, Serviço Público, Promoção da Igualdade, Trabalho Doméstico, Infantil e Escravo. O setorial trata da produção de biocombustíveis por agricultores familiares e da qualificação dos mesmos.
Também participaram da solenidade secretários de Estado, o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Jorge Lins Freire, representantes da OIT, de sindicatos, e os deputados estaduais, Sérgio Passos (PSDB), Bira Coroa (PT), Yulo Oiticica (PT) e Joélcio Martins (PMDB).
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