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Assembléia Legislativa presta sua solidariedade a Antonio Honorato

Publicado em: 27/11/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

Plenário da AL subscreveu, em sua maioria, moção de solidariedade a Antonio Honorato
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Moção de Reinaldo Braga foi subscrita por vários deputados
O deputado Reinaldo Braga (DEM) apresentou ontem moção de solidariedade ao presidente do Tribunal de Constas do Estado (TCE), conselheiro Antonio Honorato. "Nós, deputados estaduais infra-firmados, que conhecemos sua história e trajetória política, solidarizamo-nos com o presidente do Tribunal de Contas, certos de que as apurações não apontarão qualquer dolo de sua parte, isentando-o de forma cabal e definitiva das supostas acusações de que está sendo vítima", afirma o documento, subscrito pela maioria dos deputados presentes.
Destacando tratar-se de "homem público de reputação ilibada", o parlamentar lembrou que Honorato "cumpriu com responsabilidade os cinco mandatos consecutivos de deputado estadual que lhe conferiu o povo da Bahia". Mais que isso, quando ocupou a presidência da Assembléia Legislativa, eleito pelos seus pares, "dirigiu com austeridade, transparência e eficiência este elevado cargo". Braga fez questão de frisar que nada consta ao longo da longa atuação na vida pública que desabone sua conduta.
No documento protocolado na Secretaria da Mesa, o deputado democrata não esconde a indignação com os fatos que culminaram com a prisão de Honorato, pela Polícia Federal, para tomada de depoimento. O parlamentar lembrou que, "citado em noticiário jornalístico após a operação da Polícia Federal (PF) denominada como Operação Navalha, constituiu advogado para tomar conhecimento da investigação". Naquela ocasião, inclusive, prontificou-se a prestar qualquer esclarecimento que a PF julgasse necessário.
"A despeito disso, absurdamente, no último 22, às 6 horas da manhã, em sua residência, prepostos da Polícia Federal o prenderam, sem qualquer explicação ou acusação formal, conduzindo-o a Brasília para prestar depoimento", disse, frisando: "Algo que, espontaneamente, já havia se prontificado a fazer." Reinaldo lamentou ainda o procedimento da PF, divulgado com alarde, que expôs à execração "um homem público digno".



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