O falecimento do ex-deputado Márcio Cardoso, ocorrido no último dia 30, foi alvo de uma moção de pesar do deputado José Nunes (DEM) na Assembléia Legislativa. Mineiro de nascimento, Márcio era filho de Oscar Cardoso e Jandira Cardoso, também já falecidos. Economista e advogado, quando estudante exerceu vários cargos nas entidades de classe, iniciando assim a sua vida política.
Em 1970 foi eleito deputado estadual para exercer seu primeiro mandato, pela Aliança Renovadora Nacional (Arena), sendo reeleito em 1974. Pelo seu inquestionável caráter e dedicação às causas públicas foi reeleito em 1978 para seu terceiro mandato. Em 1988 foi eleito prefeito de Angical, na região oeste do Estado, pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Na Assembléia Legislativa, como deputado, exerceu vários cargos na Mesa Diretoria e nas comissões técnicas: "Este momento comporta o imperativo de reverenciar a personalidade ímpar de Márcio Oscar Martins Cardoso, considerando-o, quer na sua dimensão mais intrínseca de ser incomparavelmente virtuoso, quer na dimensão do seu trabalho no parlamento baiano", afirma José Nunes.
Márcio Cardoso, segundo Nunes, sempre desempenhou suas atividades com inexcedível zelo, proficiência e a sobriedade daqueles que devotam a vida à causa pública. "Márcio Cardoso é dessas figuras cuja trajetória serve de paradigma para todos aqueles que, destituídos dos privilégios do berço ou de riqueza, buscam através da persistência, do estudo sistemático e do procedimento retilíneo, a conquista pelo caminho límpido e sem curvas da competência e compostura, a realização profissional como meio de ser útil aos seus concidadãos", diz José Nunes.
O deputado ainda ressalta que Márcio Cardoso deixou viúva Tânia Maria Martins Cardoso e também muita saudade para seus filhos, Marcus Vinícius, Márcio Filho e Mário Henrique, familiares e uma grande legião de amigos.
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