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Banco da Mulher pede apoio da AL

Publicado em: 06/09/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

Presidente do Banco da Mulher, Angelina Garcez, pede apoio da AL contra regras do BC
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Regras do Banco Central criaram dificuldades para instituição
A presidente nacional do Banco da Mulher, Angelina Garcez, foi a convidada de ontem da Comissão dos Direitos da Mulher da Assembléia, presidida pela deputada Marizete Pereira (PMDB). O Banco da Mulher é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, com a missão de promover o desenvolvimento humano e financeiro da mulher brasileira, sobretudo a de baixa renda. Entretanto, com as novas normas estabelecidas pelo Banco Central, vem encontrando momentos de dificuldades.
"O banco não possui capital próprio para proporcionar empréstimos e consegue apoiar financeiramente as mulheres de baixa renda através de convênios com o BID, BNDES e Desenbahia, entretanto o Banco Central mudou as regras de captação de recursos, fazendo muitas exigências e dificultando os empréstimos com a entidade, o que não acontecia antigamente", explicou Angelina Garcez.
Os empréstimos, a juros considerados como o menor do mercado, de cerca de 2,9%, são concedidos a todas as mulheres microempreendedoras, abrangendo 700 clientes em Salvador e outros municípios.
A diretoria e os conselheiros do banco, que fazem um trabalho voluntário, ficaram emocionados com o apoio da comissão, que, de início, pretende marcar uma reunião com o secretário da Indústria e Comércio do Estado, Rafael Amoedo, para tentar um suporte financeiro que supere as dificuldades da entidade.
Participaram dos debates os deputados Eliedson Ferreira (DEM), Antônia Pedrosa (PRP), Fátima Nunes (PT), Maria Luiza Laudano (PTdoB), Neusa Cadore (PT) e Virgínia Hagge (PMDB).



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