“Desconstruir conceitos meramente geográficos e de economia de gestão da máquina governamental e fazer um recorte que absorvesse e agrupasse municípios, seguindo não apenas critérios de fluxos econômicos, de serviços ou de acesso através das interligações das estradas, mas, sobretudo, da valorização do pertencimento, da coesão social, da identidade”.
De acordo com o coordenador executivo dos territórios, Edilton Oliveira Soares, esta foi a tarefa que o governo estadual decidiu realizar no Plano Plurianual, ouvindo o sentimento de milhares de pessoas que participaram da construção coletiva das propostas durante os meses de maio e junho deste ano.
“Território é mais que um traçado num mapa. Território é uma opção política de reconhecer a força do local, de entender que problemas vivenciados em ambientes comuns são mais eficientemente solucionados se forem assumidos de forma coletiva, tendo o governo como provedor e a sociedade como protagonista”, explicou o coordenador na abertura dos trabalhos, ontem pela manhã, na Assembléia Legislativa.
Ao destacar que o trabalho está apenas começando, ele convovou os secretários e os gestores de instituições públicas a darem continuidade ao processo: “São as suas equipes que montam, projetam e quantificam as ações que vão chegar nas nossas comunidades. Não estivemos nas plenárias para formular propostas que seguirão para as gavetas”.
Edilton Oliveira afirmou ainda que os 52 representantes eleitos de forma democrática nas plenárias vão acompanhar passo-a-passo a execução do PPA. “E vamos fazer com o mesmo entusiasmo e dedicação que fazemos no nosso cotidiano em nossas organizações. Queremos o apoio dos senhores e senhoras para cumprir a tarefa que nos foi confiada. No caminho inverso, queremos afirmar a nossa prontidão em colaborar com os trabalhos deste Legislativo”, arrematou.
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