O décimo oitavo aniversário de emancipação político-administrativa de Ourolândia foi alvo de homenagem por parte do deputado Gaban (DEM), que apresentou uma moção de congratulações na Assembléia Legislativa. Segundo a história, o surgimento e povoação do município deu-se a partir do século XVII, com a chegada dos bandeirantes à procura de minas de ouro e pedras preciosas nas terras do Piemonte da Chapada Diamantina, em um local denominado Engenho Velho.
Com o crescimento e progresso de Engenho Velho, devido a sua grande produção de algodão, a localidade passou a se chamar Ouro Branco e criou condições para sua emancipação, com território desmembrado do município de Jacobina. Em 13 de junho de 1989, ganhou sua autonomia político-administrativa por força da Lei no 5.017, sob o topônimo de Ourolândia.
Atualmente o município conta com uma população de aproximadamente 16 mil habitantes, distando 363 quilômetros de Salvador e limitando-se com Jacobina, Mirangaba, Umburanas, Morro do Chapéu, Várzea Nova e Sento Sé.
"O seu patrimônio natural reserva às pessoas que se interessam pelo turismo ecológico uma enorme área rodeada com fontes e cachoeiras de águas cristalinas a céu aberto e águas subterrâneas, como, por exemplo, Poço Verde, que abastece toda a cidade de Ourolândia, e Pingadeira, onde, no período das chuvas, as águas caem, interligando outras cavernas, formando novos poços", explica Gaban.
O município tem como principais atividades econômicas a cultura do sisal (quarto produtor na Bahia), na pecuária – destaque para os rebanhos de ovinos e caprinos – e, no setor de bens minerais, é grande produtor de mármore.
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