MÍDIA CENTER

Fátima quer transporte pontual

Publicado em: 27/07/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputada luta para viabilizar melhores condições de viagem para os passageiros
Foto:

Petista denuncia empresas que não oferecem bons serviços
O inciso I do artigo 89 do Regulamento do Transporte Intermunicipal de Passageiros assegura aos usuários um serviço de transporte com pontualidade e em condições de higiene e conforto, desde o início até o término da viagem. Na opinião da deputada Fátima Nunes (PT), estes preceitos não estão sendo respeitados, principalmente pelas empresas Expresso Planeta, Planeta e Cacique. De acordo com a parlamentar, estas empresas não oferecem serviços de qualidade à população.

As empresas citadas pela parlamentar servem às cidades de Salvador, Camaçari, Dias D’Ávila, Mata de São João, Pojuca, Catu, Alagoinhas, Aramari, Feira de Santana, São Sebastião do Passé, Inhambupe, Sátiro Dias, Lagoa Redonda, Olindina, Pedrão e Itanagra, entre outras. "A maioria dos veículos destas linhas existe há muitos anos e a qualidade é visivelmente a pior possível", constata.

Fátima Nunes apresentou indicação ao governador Jaques Wagner e ao diretor-geral da Agerba, Antonio Lomanto Neto, solicitando providências urgentes junto a órgãos competentes no sentido de viabilizar melhorias na qualidade dos serviços de transportes servidos à população, com a renovação das frotas.

A deputada lista os principais problemas: ônibus antigos e que quebram com freqüência, pneus que furam, vidros protetores para passageiros que ocupam os primeiros lugares inexistentes ou quebrados, insetos, falta de higiene e vazamentos constantes. "Como podemos observar, o inciso I do artigo 89 do Regulamento do Transporte Intermunicipal de Passageiros não está sendo respeitado, inclusive no que se refere à pontualidade", observa.

A petista lembra que a Agerba tem como uma das principais atribuições coordenar e executar ações de combate ao transporte irregular de passageiros nas rodovias do estado, em conjunto com a Polícia Rodoviária Estadual e Polícia Militar ou a Polícia Rodoviária Federal. "Concordo plenamente com esta preocupação da Agerba em relação ao transporte clandestino, mas é necessário que se faça antes a fiscalização dos sistemas intermunicipais de passageiros", observa.



Compartilhar: