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Moção pelos 50 anos de vida religiosa da Irmã Rita Soccol

Publicado em: 22/06/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

Os 50 anos de vida religiosa da Irmã Rita Soccol foram homenageados por Yulo Oiticica
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A Assembléia Legislativa homenageou os 50 anos de vida religiosa da Irmã Rita Soccol, através de moção apresentada pelo deputado Yulo Oiticica (PT), descrevendo uma história de luta e coragem em defesa da vida e dos direitos humanos, em especial, das crianças, adolescentes e jovens em situação de risco. "Aos seis anos de idade, fez a sua primeira comunhão e descobriu o dom da vocação. Ao iniciar a sua vida religiosa, em maio de 1957, Irmã Rita não parou mais. Seguindo o lema ‘O Senhor me faça sinal da Verdade que liberta e dá vida’, buscou combater as injustiças e garantir o respeito aos direitos humanos", explica Oiticica.

Aos dezoito anos, quando participava de um retiro, recebeu um chamado para seguir a missão religiosa. Determinada, resolveu seguir os passos do grande inspirador da sua decisão, São Daniel Comboni, sentindo-se incentivada a levar aos irmãos africanos mensagens de fé e luta pelos direitos humanos. Atendendo a uma exortação papal para que as congregações se abrissem para a América Latina, veio para o Brasil, inicialmente para o Espírito Santo e, depois, para Rondônia, onde conviveu com a violência contra os povos indígenas, inclusive o assassinato do padre Ezequiel Ramim.

A missão da Irmã Rita Soccol no Brasil se estendeu até 2002, quando desembarcou em Salvador, em companhia da então Irmã Aumerita. Conheceu todo o Subúrbio Ferroviário, o bairro de Sussuarana e os demais bairros periféricos da capital baiana. Ao atender o convite de D. Valmor, conheceu também a comunidade do Alto do Coqueirinho, em Itapuã, onde teve a oportunidade de realizar uma pesquisa que lhe rendeu inúmeros subsídios para a construção da Creche Padre Ezequiel Ramim e do Instituto de Capacitação Juvenil Daniel Comboni.



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