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4,5% de aumento para governador

Publicado em: 13/06/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

Gildásio e Waldenor voltaram a divergir sobre o reajuste salarial do funcionário público
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Projeto está tramitando na Assembléia em regime de urgência
A  Assembléia Legislativa começou a apreciar, ontem, mas não votou, o projeto de lei que concede reajuste de 4,5% nos proventos do governador Jaques Wagner e do vice-governador Edmundo Pereira. O percentual representa o menor índice adotado pelo Poder Executivo para majorar os vencimentos dos servidores públicos, sendo adotado o mesmo escalonamento em duas parcelas: a primeira retroativa a 1o de maio e a segunda a partir de 1o de novembro. Nessa data, de acordo com a matéria, o mandatário e o vice passam a perceber, respectivamente,  R$10.766,46 e R$9.297,21.
O projeto, proposto pela Mesa Diretora da AL, estava tramitando em regime de urgência desde o último dia 31 de maio e passou a sobrestar a pauta 48 horas depois, passando a ter preferência sobre qualquer outra proposição. Além de dar novos valores aos proventos do chefe do Poder Executivo, a aprovação abre caminho para que parte dos servidores do Grupo Fisco, cujos vencimentos já atingiram o teto estadual, possam fazer jus ao reajuste de 4,5% concedido pelo governo. 
A matéria foi apresentada em plenário no último dia 25, pelo presidente Marcelo Nilo (PSDB) quando da votação do projeto que tratava dos vencimentos dos servidores, mas o líder da oposição, Gildásio Penedo (PFL), não admitiu dispensa de formalidades regimentais. Ele disse, ontem mesmo, que votaria contra e criticou o percentual adotado para o funcionalismo, considerando que os valores poderiam ser maiores. O líder do governo, Walde-nor Pereira (PT), voltou a rebater o colega, destacando que os índices variaram entre 4,5% e 17,28%, numa média superior a 12%.
Ainda na noite de ontem, o plenário se debruçou sobre requerimento de urgência apresentado pelo deputado Euclides Fernandes (PDT) para projeto de resolução que regula o funcionamento das subcomissões na Assembléia Legislativa. De acordo com a matéria que está tramitando na Casa, as subcomissões que forem instaladas absorverão 50% da estrutura da comissão correspondente.

 



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