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108º aniversário de Jaguaripe

Publicado em: 14/05/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

Em sua moção, Andrade destacou a importância histórica do município de Jaguaripe
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Rogério Andrade destaca a importância histórica do município
Situada na maior e numa das mais belas baías da costa brasileira, entre o mar e o pantanal baiano, Jaguaripe completou 108 anos de emancipação política no último dia 12. O aniversário da secular cidade, de grande riqueza histórica, não passou em branco na Assembléia Legislativa. O deputado Rogério Andrade (DEM) apresentou uma moção de congratulações à população do município baiano, no qual destacou a beleza de Jaguaripe, com suas igrejas, fortalezas, solares coloniais, sem falar nas praias e na vegetação paradisíaca.
“Os diversos rios que presenteiam aquele inigualável litoral proporcionam quedas d’água magníficas, cujas cachoeiras servem para tornar ainda mais prazerosos os banhos em suas límpidas águas”, acrescentou Andrade no documento. “Com uma população de 13.403 habitantes, Jaguaripe encanta com sua história, com seus casarões antigos, com sua beleza natural, com a hospitalidade e sentimento de contribuição coletiva que norteiam seus moradores”, acrescentou ele.
Jaguaripe nasceu da freguesia de Nossa Senhora da Ajuda e fez parte de importantes fatos históricos da Bahia. Hoje, continua com lugar de destaque na economia do estado, com grande produção de castanha de caju, criação de suínos e, inclusive, é um dos poucos municípios baianos a ter rebanho bubalino. Primeiro município criado no Recôncavo baiano, com a denominação de Vila de Nossa Senhora da Ajuda de Jaguaripe, com base na carta régia de 27 de dezembro de 1693, sua sede foi elevada à categoria de cidade por força de lei estadual de 12 de maio de 1899.
“Sua história, repleta de curiosidades, desperta a atenção dos visitantes, os quais se encantam com os envolventes fatos que marcam aquela boa terra”, observou o autor da moção. Dentre esses fatos curiosos, Andrade conta que Jaguaripe é toda ligada por túneis subterrâneos, usados pelos moradores no passado para se defender de ataque de índios. Além disso, nos porões do Paço Municipal construído em 1697, às margens do Rio Jaguaripe, funcionava a temível Prisão do Sal, onde os criminosos mais perigosos morriam afogados quando a maré subia e inundava suas celas.

 



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