MÍDIA CENTER

Livro conta história da Cidade da Bahia

Publicado em: 21/12/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Obra de Nelson Cadena foi lançada a partir do esforço conjunto da Assembleia Legislativa e dos tribunais de contas do Estado e dos Municípios
Foto:

“A política tem jeito, é só querer e eu quero”, disse o presidente da ALBA, deputado Angelo Coronel (PSD), na tarde de ontem, no lançamento do livro A Cidade da Bahia, de Nelson Cadena. Em seu pronunciamento, Coronel destacou a importância objetiva do Parlamento, mas defendeu uma ação mais enfática no âmago da sociedade, a exemplo do que é hoje a Assembleia de Carinho, conduzida por sua esposa, Eleusa Coronel.
O livro A Cidade da Bahia é o resultado da imersão de Cadena nos arquivos da Fundação Gregório de Mattos, em que fotografias históricas alimentaram pesquisas e as pesquisas levaram a imagens que já haviam caído no esquecimento. Trata-se também de um marco na história do Programa Assembleia Cultural: pela primeira vez, os tribunais de Contas do Estado e dos Municípios se associaram à ALBA, com apoio do Bradesco, para a edição do livro, que representa a 31ª publicação da atual Mesa Diretora.


Prestigiaram a tarde de autógrafos o presidente do TCE, Inaldo da Paixão, o conselheiro Marcus Presídio, o arquiteto e historiador Francisco Senna, representando o presidente do TCM, Francisco Netto, a escritora Aninha Franco, entre diversas personalidades e pessoas da sociedade. Cadena fez um breve pronunciamento, apenas para falar sobre o processo de elaboração e agradecer a ALBA, o TCE e o TCM, pela união de forças, a edição da P55 e a honra de ser prefaciado por Francisco Senna.


O prefaciador definiu o Assembleia Cultural como “o grande mecenas” da literatura na Bahia. “Ninguém publicou mais do que a Assembleia”, disse referindo-se à marca de cerca de 300 livros em 19 anos. Inaldo da Paixão fez um alentado pronunciamento sobre as formas de se conhecer a cidade da Bahia, como Salvador antigamente era chamada e disse que o pronunciamento de Cadena apenas fez instigar ainda mais a curiosidade em torno do conteúdo do livro. Ele aproveitou também para elogiar a gestão de Coronel, que “conduz esta Casa com muita maestria e desenvoltura”, e a eleição de Marcus Presídio para vice-presidente do TCE.

COEDIÇÃO

Angelo Coronel destacou que o livro de Cadena inaugura a cooperação editorial entre a ALBA e os tribunais de contas, “unidos pelo bom combate: a preservação e a difusão da nossa cultura”. O presidente revelou que espera poder repetir a experiência. “A Mesa Diretora que tenho o privilégio de presidir deu continuidade a esse projeto exitoso, convictos que estão todos os seus integrantes, da importância da cultural para a emancipação do nosso povo, ou melhor, a emancipação de qualquer povo”, definiu.


A busca pela humanização do Legislativo, ressaltada em vários pronunciamentos na tarde de ontem, também foi lembrada por Coronel, que falou sobre o Assembleia de Carinho, um projeto que congrega as deputadas e as esposas dos parlamentares em ações de cunho filantrópico, sob a presidência de Eleusa Coronel. Como exemplo, ele citou o apoio às Obras Sociais de Irmã Dulce, e os hospitais Martagão Gesteira e o Aristides Maltez, além do Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC). Neste sentido, ele lembrou que devolveu R$555 mil de recursos não utilizados do Orçamento da ALBA para que o Executivo destine a estas entidades.



Compartilhar: