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Jânio propõe melhorias no Centro de Convenções

Publicado em: 26/09/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Parlamentar sugeriu que no local seja instalado o Centro de Integração Cultural
Foto: Arquivo/Agência-ALBA
Alinhando-se entre as vozes que defendem o atual prédio do Centro de Convenções da Bahia, o deputado Jânio Natal (Podemos) encaminhou indicação ao governador Rui Costa, propondo que ali seja instalado o Centro de Integração Cultural, reunindo diversas atividades culturais e turísticas.

Entre as atividades propostas pelo deputado, estão a instalação do Museu da Cultura Afro, Museu da Cultura Indígena, Escolas de Música, Teatro e Dança, Museu da Literatura Baiana, Teatro, Galeria de Artes Plásticas e muitas outras, com o objetivo de prestigiar as pessoas que fazem cultura no Estado e incentivar o turismo.

Na justificativa da proposição, Jânio observa que o Centro de Convenções é uma parte viva da história da Bahia; recorda os inúmeros eventos que ali foram realizados: formaturas, casamentos, bailes, feiras e diversos outros, de todos os tipos, que tornam o prédio importante para milhares de pessoas.

Além disto, ele disse que relatório parcial do Crea aponta para a possibilidade de que o prédio possa ser recuperado e indica a necessidade de um estudo mais acurado, antes que se faça opção pela demolição. Comentando o impacto do fechamento do CCB sobre o turismo, informa que cerca de 10 mil leitos fazem parte de hotéis na região do seu entorno, a exemplo dos bairros de Stiep, onde estão localizados 2.126 leitos, e Pituba, onde há 2.200 leitos. Recente matéria publicada pelo Jornal Correio estima em R$ 200 milhões/ano o prejuízo causado ao turismo, pelo fechamento do Centro.

“O Centro de Convenções, por tudo que representou e representa para a Bahia e os baianos é parte da nossa história, é um verdadeiro símbolo da Bahia; não podemos, simplesmente, colocá-lo abaixo, para depois lamentar a sua falta e chorar a sua memória. É importante que o prédio seja preservado, independentemente de onde venha a situar-se o novo Centro de Convenções. O prédio do Centro de Convenções pode estar condenado, mas ainda não está morto. Não podemos deixar mais uma parte viva da nossa história se perder”, conclui Jânio Natal.



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