Para comemorar o aniversário de emancipação político-administrativa dos municípios de Cocos, Itanhém e Itapebi, comemorado onte, dia 14, o deputado Robinho (PP) apresentou moção de congratulação na Assembleia Legislativa.
Ele informou que o município de Cocos, localizado a cerca de 986 km de Salvador, foi emancipado em 1958, através da Lei Estadual nº 1.025. O parlamentar acrescenta que os primeiros habitantes foram os índios caiapós que tinham aldeia nas proximidades de Carinhanha, onde o arraial era inicialmente subordinado. O município recebeu esse nome devido a uma senhora de idade que morava às margens do rio Itaguari, onde sua casa servia de hospedaria e a mesma costumava vender cocos.
Já em relação ao município de Itanhém, Robinho diz que era primitivamente habitado pelos índios maxacalis. Logo depois começou a ser povoado pelos brancos procedentes de Minas Gerais que, por volta de 1918, desenvolveram a criação de gado e a agricultura. Em 1925 foi fundado o povoado de Vila de Água Preta, o povoamento se intensificou com a descoberta de pedras preciosas. Em 1930 foi criado o distrito de Nossa Senhora do Itanhém. Mais tarde, em 14 de agosto de 1958, por Lei Estadual nº 1031, a localidade foi elevada à categoria de município.
O deputado pontuou que, com trabalho sério, a atual gestão tem “conseguido mesmo com as inúmeras adversidades encontradas, desenvolver com ações rápidas e eficazes, importantes demandas de questões socioeconômicas que estão em fase de contínua melhoria visando sempre uma melhor e mais digna qualidade de vida das comunidades mais carentes”.
Por fim, o parlamentar destaca que o município de Itapebi, que também teve a sua emancipação no dia 14 de agosto de 1958, tem uma história um tanto quanto curiosa. “Por causa de uma forte chuva de granizo ocorrida em 1910, assustou uma grande parte da população do distrito de Cachoeirinha, que se transferiu para um espaço na Fazenda Pedra Branca, formando assim o povoado com a denominação de Pedra Branca”, lembra.
Robinho destacou ainda que a cidade história é rica em belezas naturais e arquitetônicas abrigando o museu vivo do cacau, além de que a “região ainda conserva uma boa parte da mata atlântica e possui uma das biodiversidades mais ricas do Brasil, com espécies de orquídeas de grande beleza ornamental e de valor botânico, o que levou o Ministério do Meio Ambiente a reconhecer o potencial turístico do município, sobretudo o turismo ecológico”.
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