Ao se congratular com a população de Itabuna pela passagem dos 107 anos de emancipação, ocorrida em 27 de julho, o deputado Jurandy Oliveira (PRP) contou um pouco da história do município do Sul da Bahia. Segundo ele, nos primórdios a região era utilizada para a passagem de tropeiros que se dirigiam a Vitória da Conquista. “Logo, o povoamento local foi favorecido e se intensificou rapidamente”, disse na moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa.
O deputado observou ainda que em 1857 surgiu na zona cortada pelo Rio Cachoeira o Arraial de Tabocas em meio à mata desbravada. “Diante do rápido crescimento local, os moradores reivindicaram a emancipação local, que foi elevada à condição de cidade com a denominação de Itabuna, pela Lei Estadual 807, de 28 de julho de 1910”, contou ele.
Jurandy Oliveira lembrou também que a economia local é marcada pelo desenvolvimento do comércio, da indústria e dos serviços, servindo como um entreposto comercial do estado. E destacou a importância do cultivo do cacau na região, que favorecido pela compatibilidade do solo, impulsionou os índices de exportação. O nome “Itabuna” deriva-se do termo tupi “itáabuna”, que significa “padre de pedra” (itá, pedra + abuna, padre). O nome é uma referência a uma formação rochosa que se assemelha a um padre.
“Itabuna se destaca pela grande diversidade cultural, abrigando grupos de teatro, capoeira, dança, bandas musicais com trabalho autoral expressivo e outras manifestações artísticas”, observou o autor da moção. “Vale lembrar ainda que a região é a terra natal do escritor Jorge Amado, responsável por publicações de grande reconhecimento, como Gabriela Cravo e Canela e Terras do Sem Fim”, reforçou. Para Jurandy, “é incontestável que a emancipação política de Itabuna representa um momento de grande importância no cenário baiano, razão pela qual é um privilégio parabenizar os itabunenses nesse momento de alegria”, concluiu.
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